
(Foto/Divulgação)
Com a chegada do inverno e a queda das temperaturas, é comum manter portas e janelas fechadas por mais tempo. O hábito, porém, favorece o aumento da umidade e cria o ambiente ideal para o surgimento de mofo em paredes, móveis e armários.
Além dos danos à estrutura da casa, a presença de fungos pode afetar a saúde. A exposição prolongada a ambientes com mofo pode desencadear alergias, agravar doenças respiratórias e, em pessoas mais vulneráveis, aumentar o risco de infecções.
Segundo especialistas, os primeiros sinais costumam aparecer como manchas escuras nas paredes, cheiro característico de umidade e bolor em locais pouco ventilados. Identificar esses indícios logo no início é fundamental para evitar que o problema se espalhe.
Entre as principais medidas preventivas estão manter os ambientes ventilados sempre que possível, evitar que móveis fiquem encostados em paredes úmidas e investir na impermeabilização de áreas com infiltração, principalmente durante reformas ou construções.
Quando o mofo já está instalado, uma limpeza superficial com água sanitária diluída pode ajudar a reduzir os fungos temporariamente, mas não elimina a causa do problema. Em situações mais graves, pode ser necessário remover o revestimento afetado e aplicar produtos impermeabilizantes específicos.
Especialistas também recomendam realizar manutenções preventivas antes dos períodos mais úmidos do ano, reduzindo as chances de proliferação dos fungos e preservando a qualidade do ar dentro de casa.