Prefeitura contratou mais 26 leitos no Hospital Regional com recursos adiantados pelo governo do Estado, que enviou ontem a Uberaba o subsecretário de Saúde, Eduardo Campos Prosdocimi (Foto/Divulgação)
Cumprindo agenda em Uberaba, o subsecretário de Vigilância em Saúde do Estado de Minas Gerais, Eduardo Campos Prosdocimi, visitou junto com a prefeita Elisa Araújo (PSD) a nova ala aberta ontem no Hospital Regional para atendimento a pacientes com suspeita de dengue.
Ao todo, 26 novos leitos entraram em operação a partir desta semana para desafogar as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e trazer celeridade para o processo de internação.
A aquisição dos leitos foi viabilizada com recursos estaduais, pois houve a antecipação de repasse de, aproximadamente, R$400 mil para intensificar as ações de controle à doença. Além disso, houve uma contrapartida municipal com a contratação de equipe. “Além dos 26 novos leitos, teremos mais 44 profissionais para atender os nossos pacientes com dengue. Com a doença mais forte e casos mais graves, sabemos que temos que ter mais leitos. Esse é um desafio não só de Uberaba, mas de todos os municípios. Empenhamos muito esforço para que isso acontecesse e pudéssemos acolher os pacientes de Uberaba e região da melhor forma possível”, acrescentou a prefeita.
Durante a visita ao Hospital Regional, o subsecretário estadual de Vigilância em Saúde também discutiu sobre pontos importantes, como fluxo de atendimento, transferências e internações, assim como o perfil dos pacientes.
Paralelo à abertura da nova ala hospitalar, teve início também ontem o segundo voo de drone para identificar possíveis focos do mosquito Aedes aegypti. A operação fará o mapeamento de dez novos bairros.
De acordo com as informações da Secretaria Municipal de Saúde, será mapeada área de 412,90 hectares, que engloba os bairros: Volta Grande, Vila Raquel, Vila Planalto, Terra Nova, Jardim Uberaba, Recreio dos Bandeirantes, Parque das Américas, Jardim Induberaba, São Benedito e Bom Retiro.
As informações coletadas serão compiladas em um relatório que identificará pontos críticos, como caixas d’água abertas ou criadouros expostos. A partir do levantamento, os proprietários dos imóveis serão notificados e visitação dos agentes de combates a endemias será reforçada na região.