OPERAÇÃO COLMEIA

Polícia Civil prende líder de organização criminosa que atuava em Patos de Minas e região

Operação Colmeia desarticulou organização criminosa com atuação em Patos de Minas, Presidente Olegário e Lagoa Grande; nove pessoas foram presas

Publicado em 08/07/2026 às 10:30
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 (Foto/Divulgação)

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A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou a Operação Colmeia, que resultou na prisão de nove pessoas suspeitas de integrar uma organização criminosa envolvida com o tráfico de drogas e o comércio ilegal de armas de fogo no Alto Paranaíba.

A operação foi realizada na terça-feira (7) em Patos de Minas, onde, segundo a corporação, funcionava a base do grupo criminoso, com ramificações também nos municípios de Presidente Olegário e Lagoa Grande.

Entre os presos está um homem de 34 anos apontado como líder e operador financeiro da organização. De acordo com a Polícia Civil, ele era responsável pela coordenação das atividades e pela administração dos recursos obtidos pelo grupo.

Durante as ações, uma força-tarefa envolvendo as Polícias Civil e Militar realizou seis intervenções que resultaram em prisões em flagrante e apreensão de materiais ilícitos.

Ao todo, foram apreendidos cerca de 6,5 quilos de drogas, incluindo maconha, cocaína e aproximadamente 800 gramas de pasta-base, além de quatro armas de fogo com numeração raspada e 219 munições.

Segundo a investigação, iniciada em 2023 a partir dos desdobramentos da Operação Sombras, a organização possuía uma estrutura organizada, com divisão de funções entre integrantes responsáveis pelo comando, armazenamento de drogas e gerenciamento dos pontos de venda.

O delegado Érico Rodovalho, responsável pelo caso, afirmou que a polícia conseguiu identificar desde os integrantes da liderança até os responsáveis pela distribuição dos entorpecentes.

Dos nove presos, quatro já estavam no sistema prisional por crimes semelhantes. Outros quatro foram localizados em Patos de Minas e um integrante foi preso em Presidente Olegário.

A Polícia Civil informou ainda que as investigações continuam para identificar se as armas comercializadas pelo grupo foram utilizadas em homicídios ou outros crimes violentos registrados na região.

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