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Empresa de Ribeirão Preto oferece melhor preço para os kits escolares

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04/08/2022 - 00:00:00. - Por Gisele Barcelos

A fornecedora tem prazo de até 15 dias corridos para enviar a amostra de cada item que compõe o kit escolar para análise da Semed (Foto/ArquivoJM)

Treze empresas estão na disputa do processo licitatório dos kits escolares da rede municipal para 2023. Com o menor lance, a FGL Rodrigues Eireli, de Ribeirão Preto (SP), foi chamada para apresentar a amostra do material que passará por avaliação da equipe da Prefeitura.

A empresa ofereceu o valor de R$2.149.500 para o fornecimento de mais de 33 mil kits escolares no ano que vem. O preço ficou, aproximadamente, 20% abaixo do que o montante estimado no edital (R$2.707.585,66).

A partir de agora, a fornecedora tem prazo de até 15 dias corridos para enviar a amostra de cada item que compõe o kit escolar para análise da Secretaria de Educação. A equipe deverá verificar se os produtos oferecidos estão de acordo com as especificações técnicas do edital.

Se a amostra for aprovada, a FGL Rodrigues será declarada vencedora do certame. Caso os itens não atendam aos critérios previstos no edital, a Prefeitura chamará a segunda colocada para apresentar amostra para apurar se o material está de acordo com as especificações.

Depois de quase quatro meses de atraso na entrega dos kits escolares este ano, a Prefeitura antecipou a abertura de processo licitatório para a compra do material que será distribuído em 2023. A expectativa do governo é assegurar que não ocorra demora novamente na entrega para que os estudantes recebam o material no início das aulas no próximo ano.

Em 2022, foram adquiridos 30.469 kits escolares para os alunos da rede municipal. O contrato para fornecimento dos materiais foi assinado em dezembro de 2021 com a Damaris Rodrigues Indústria e Comércio, prevendo a entrega dos itens em 15 de janeiro.

No entanto, antes de iniciar a distribuição dos materiais, a empresa solicitou reequilíbrio financeiro do contrato e a demanda não foi aceita pela Prefeitura. O impasse atrasou o início da entrega dos kits escolares, que só ocorreu em maio, praticamente dois meses antes do fim do primeiro semestre letivo. 

 

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