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POLÍTICA

Prefeito diz que fiscalização da Lei do Silêncio ficará a cargo da PM

Piau classifica como erro passar a atribuição da fiscalização de excesso de barulho à Guarda Municipal

24/01/2020 - 06:54:56. - Por Gisele Barcelos

Prefeito Paulo Piau (MDB) afirma que Guarda Municipal não deve voltar a encabeçar a Patrulha do Silêncio. O chefe do Executivo defende que a fiscalização de excesso de barulho é de competência da Polícia Militar e cabe à GM apenas dar apoio nas operações.

Com a entrada dos novos guardas aprovados no concurso, havia a expectativa que a Patrulha fosse reativada pela corporação para coibir perturbações da Lei do Silêncio. No entanto, o prefeito afirma que não se trata de uma obrigação da GM. “Lei do Silencio é obrigação da Polícia Militar”, declara.

Piau argumenta que a Guarda assumiu a Patrulha do Silêncio por uma decisão do governo antecessor, mas a postura foi equivocada. “No governo anterior, a GM assumiu esse papel. Foi um erro. Você chegar desguarnecido numa confusão para lidar com pessoas fora do normal, só com uma Taser na cintura, não é justo”, justifica.

Segundo o chefe do Executivo, os guardas municipais poderão dar apoio à Polícia Militar, que hoje está com contingente reduzido. No entanto, ele manifesta que a GM não assumirá novamente a frente da Patrulha. “Vamos somar, não substituir a Polícia Militar na Patrulha da Lei do Silêncio. Vamos reforçar a ação da PM”, acrescenta.

O prefeito, inclusive, acredita que a Guarda não deve disponibilizar um telefone para receber chamados referentes à perturbação do silêncio, como havia anteriormente. De acordo com ele, as demandas devem ser feitas no número de plantão da PM. “Para mim, o ponto é o 190, e aí a polícia solicita o apoio da Guarda. Não podemos tirar as competências que são constitucionais e legais”, encerra.

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