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POLÍTICA

Presidente do SSPMU insiste em questionar gastos com assessores

O presidente do SSPMU, Luís Carlos dos Santos, voltou a questionar a verba para a remuneração dos assessores dos vereadores, hoje em R$30 mil por gabinete

- Por Marconi Lima Última atualização: 07/06/2017 - 07:12:18.

O presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Uberaba (SSPMU), Luís Carlos dos Santos, voltou a questionar a verba para a remuneração dos assessores dos vereadores (hoje em R$30 mil por gabinete). Além desse recurso, ele diz que os gastos com tíquete-alimentação, férias, 13º salário e rescisões continuam saindo do cofre geral da CMU.

Em entrevista ao Jornal da Manhã, o presidente da Câmara Municipal de Uberaba (CMU), Luiz Dutra (PMDB), disse que as contas no Legislativo são geridas com muito cuidado, uma vez que as receitas sofreram corte em relação ao ano passado, por conta de novo cálculo para o duodécimo (valor repassado pelo Executivo para manutenção da Câmara). A receita do Legislativo, que ultrapassava os R$2 milhões mensais no ano passado, agora está na casa de R$1,8 milhão. “Em outra ocasião, concedi um abono no fim de ano para os servidores. E parece que isso se tornou obrigatório, mas não é. Fiz quando era possível, agora não é”, frisou Dutra. O presidente da CMU reforçou que trabalha com o máximo de economia para manter o bom funcionamento do Legislativo. Ele ainda fez acusação que o pedido de explicação partida de quem “está querendo tumultuar”.

Para o presidente do sindicato, se houve o corte no repasse e, com certeza afetou as finanças da Câmara, “então por que não fazer ajustes na sua estrutura? Por que não dividir essa conta com a verba de gabinete?”, questiona. “Estranho a reação do presidente ao questionamento. Longe de querer tumultuar, a intenção é colaborar com o bom andamento da Casa. O sindicato é cobrado pelos servidores quanto ao porquê do não para o aumento”, ressaltou Luís Carlos.

O SSPMU solicitou à Mesa Diretora da Câmara um reajuste de 16,85%, sendo 10% de aumento real e 6,85% referentes à inflação no período de 2015 e 2016. No entanto, o pedido foi negado.

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