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CIDADE

Escola faz campanha para enviar material escolar a Moçambique

A iniciativa de enviar o material a Moçambique surgiu após interação com a Organização Não-Governamental (ONG) Fraternidade Sem Fronteira

17/10/2019 - 00:00:00. - Por Luiz Gustavo Rezende Última atualização: 17/10/2019 - 07:20:07.

Divulgação


Ontem foram apresentados os materiais arrecadados durante reunião da comunidade escolar que participou da campanha

Professores e alunos da Escola Municipal Adolfo Bezerra de Menezes arrecadaram materiais escolares para enviar a Moçambique. Ontem, profissionais da unidade educacional realizaram pequena reunião, apresentaram o material arrecadado e falaram sobre a importância da ação. 

A iniciativa de enviar o material a Moçambique surgiu após interação com a Organização Não-Governamental (ONG) Fraternidade Sem Fronteira. Cleonice Capucci, ativista da ONG, esteve presente na reunião e destacou a importância da ação. “Nós temos algumas crianças que apadrinhamos em Moçambique, na cidade de Muzumuia, e é uma pobreza extrema que eles enfrentam. Então, o que foi arrecadado pode ser pouco para nós, mas faz uma diferença muito grande para eles”, destaca.

Segundo Cleonice, o produto arrecadado será transportado até a cidade de Campinas, interior do Estado de São Paulo, onde será juntado a outros materiais recebidos de outras cidades. Esta é a terceira vez que a ativista uberabense irá ao continente africano para este tipo de ação. “A realidade lá é muito diferente da nossa. Os alunos estudam debaixo de árvores, sem infraestrutura alguma, então, é uma semente que estamos plantando lá”, enaltece Capucci. 

Lindea Pereira Ramos, professora da rede municipal, que esteve mobilizada na busca de materiais, afirmou que despertou para a causa após um curso. “Nós fizemos um curso pela Fundação Cultural de Uberaba (FCU), conhecemos uma família e, na interação, percebemos a necessidade dos moçambicanos. A partir daí começamos a arrecadação dos materiais”, revela. Além delas, estiveram à frente do projeto Vanessa Lúcia Dantas Barbosa, professora; Renata Ferreira Carvalho, pedagoga; Luciana Carrillo, professora, e a comunidade em geral. No evento também esteve presente a coordenadora de políticas raciais da FCU, Carmem Amâncio.

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