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CIDADE

Em Fórum do Comércio, Guedes diz que reforma tributária sai este ano

22/09/2019 - 00:00:00. - Por Luiz Gustavo Rezende Última atualização: 22/09/2019 - 17:36:29.

O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Uberaba, Ângelo Crema, estima que a reforma tributária trará benefícios ao Brasil em curto prazo já no próximo ano. O líder lojista esteve em Brasília na última semana, onde participou do IV Fórum Nacional do Comércio, com lideranças nacionais, inclusive o ministro da Economia, Paulo Guedes, e classificou o cenário como positivo. 

“Na palestra que o ministro da Economia proferiu, ele explanou que a reforma tributária deve ser aprovada antes do recesso de fim de ano, em dezembro, e os impactos já serão sentidos em 2020. Então, a reforma tributária trará impactos já em curto prazo”, estima Ângelo. Segundo Crema, durante as palestras do fórum foi realizada projeção sobre a diminuição da carga na próxima década. “Os estudos apresentados são de que a carga tributária cairá de 34%, que temos atualmente, para 22%. É uma queda significativa, acentuada, e é uma taxa que tínhamos em tempos atrás, então será benéfico para todos os setores”, destaca.

Atualmente, duas propostas de reforma tributária estão em tramitação: uma na Câmara dos Deputados, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 45, e outra no Senado Federal, a PEC 101. Estima-se que as propostas possam se unificar mais à frente, já que ambas se baseiam na criação de um imposto sobre valor agregado, modelo utilizado em países desenvolvidos. 

Movimento de lojistas favorece as mudanças, afirma presidente da CDL. “O movimento de união dos lojistas está ajudando na discussão de pontos que podem ser adequados na reforma tributária.” O fortalecimento do setor foi enaltecido por Ângelo Crema, presidente da CDL de Uberaba, em entrevista para o Jornal da Manhã. “Inclusive, na Convenção Estadual realizada pela Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Minas Gerais, em Juiz de Fora, na mesa de conversa foi revelado que os lojistas indicaram 370 sugestões que foram viabilizadas e atendidas pelo governo, que está atento ao movimento lojista”, revela Crema. 

Crema defendeu que partes dos impostos retidos nas administrações municipais já sejam retidas nas Prefeituras sem ter que ir para o governo do Estado ou federal para retornar às cidades. “Com essa medida, haverá fortalecimento das Prefeituras e as cidades serão beneficiadas “, estima. Crema cita, ainda, que a reforma trabalhista possibilitará a diminuição das pessoas que trabalham no mercado informal, o que, em tese, contribuirá para diminuição da desigualdade e estimulará aumento na receita.

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