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Leilão gera economia de R$ 68,5 bilhões para consumidores de energia

Operação realizada nesta quarta-feira (20) foi melhor que o esperado e garantiu investimentos de quase R$ 14 bilhões em infraestrutura

Última atualização: 22/12/2017 - 07:32:42.

Um leilão de energia, realizado pelo governo nesta quarta-feira (20), teve resultado melhor que o esperado e obteve um deságio de 38,7%. Para os consumidores de energia, isso significa uma economia de R$ 68,5 bilhões. Para o País, essa operação garantiu investimentos de R$ 13,94 bilhões em infraestrutura.

Segundo o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, o resultado do leilão mostra o interesse de investidores no Brasil. Apenas nesse certame, foram contratados 63 empreendimentos de geração de energia. O preço médio do megawatt-hora saiu a R$ 189,45, valor 38,7% menor que o preço-teto definido no edital.

Entre os estados que serão beneficiados com novos empreendimentos, o Piauí é o com o maior número de usinas: 17 no total. A lista segue com Rio Grande do Norte (12 usinas), Paraíba (9 usinas), Maranhão (4 usinas), Bahia (4 usinas), Pernambuco (3 usinas), São Paulo (3 usinas), Santa Catarina (2 usinas), Rio Grande do Sul (2 usinas), Rio de Janeiro (2 usinas), Minas Gerais (2 usinas). Com uma usina cada estão Mato Grosso, Paraná e Goiás.

Impacto na vida real

Esses leilões representam uma retomada para a geração de energia. Há quase dois anos o País não fazia esse tipo de leilão por causa da queda do consumo. Com a retomada da economia, o setor produtivo vai demandar mais energia e, por isso, esse tipo de operação se torna ainda mais importante, para garantir o atendimento de indústrias e comércios.

“O resultado dos leilões desta semana é uma prova inequívoca do interesse dos investidores no setor elétrico brasileiro e mais uma demonstração da melhora no ambiente de negócios”, afirmou o ministro Fernando Coelho. “Com a retomada da economia, o fornecimento de energia para o setor produtivo, o comércio para todos os demais consumidores brasileiros está garantido a preços cada vez mais competitivos”, disse.

Fonte: Governo do Brasil, com informações do MME, da CCEE e da Aneel

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