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Uberaba, 21 de julho de 2019 -

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Pesquisadores afirmam que uso de celular pode criar protuberância no crânio

Anúncio de que postura com cabeça dobrada pode alterar formato do crânio foi contestado por outros pesquisadores.

23/06/2019 - 00:00:00.

Uma pesquisa realizada por cientistas australianos aponta que jovens que ficam muito tempo com a cabeça dobrada para baixo olhando para a tela do celular podem desenvolver uma protuberância na parte de trás do crânio. O crescimento é comparável a um calo, e fica na parte de trás, na junção entre o crânio e o pescoço.

Na mídia da Austrália, a pesquisa tem sido noticiada como o desenvolvimento de um chifre na parte de trás do crânio desenvolvido por causa do celular.

Os pesquisadores afirmam que a prevalência dessa protuberância em jovens adultos aponta para uma mudança na postura das pessoas que foi causada pelo uso de tecnologia.

Os cientistas disseram que a descoberta marca a primeira documentação física de adaptação à presença de tecnologia no cotidiano.

A conclusão da pesquisa foi contestada em um texto do “New York Times”. Um dos autores é profissional de quiropraxia, e o outro, professor de biomecânica.

Especialistas consultados pelo jornal apontam algumas questões sobre o estudo: ele usa raios-x antigos, não tem um grupo de controle e não provou causa e efeito e, além disso, tem como base pacientes que já tinham problemas (e, por isso, procuraram um profissional de quiropraxia).Ficar com a cabeça dobrada pode, em teoria, formar uma saliência, de acordo com um pesquisador entrevistado pelo “New York Times”.

*Com informações G1
 

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