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Brasil estreia contra Marrocos com alerta ligado

Publicado em 22/06/2026 às 14:43
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 (Foto/Magnific)

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A estreia do Brasil na Copa do Mundo contra Marrocos, marcada para 13 de junho, já nasce cercada de expectativa, pressão e desconfiança. Não se trata apenas do primeiro jogo de mais uma campanha brasileira em Mundial. Desta vez, o adversário chega com bom currículo recente, confiança e uma vitória sobre a própria Seleção no último encontro entre os dois países.

Marrocos deixou de ser visto como simples azarão desde a Copa de 2022, quando fez história ao chegar às semifinais. A equipe africana eliminou adversários fortes, competiu em alto nível e mostrou uma organização que chamou atenção do mundo. Foi um time intenso, disciplinado e muito difícil de ser batido.

O Brasil também sentiu isso na pele. Em 2023, em amistoso disputado em Tânger, os marroquinos venceram a Seleção por 2 a 1. Segundo especialistas, por mais que amistoso não tenha o mesmo peso de uma Copa do Mundo, o resultado serve como aviso. Marrocos sabe jogar contra seleções grandes e não costuma se assustar com camisa pesada.

Para os apostadores, isso faz da seleção africana uma das potenciais surpresas mais interessantes do torneio. E mesmo nos mercados preditivos, onde as odds ainda podem refletir o tradicional favoritismo do Brasil, o Marrocos também tem surpreendido. Por isso, quem quiser explorar essas possibilidades também pode consultar guias, a exemplo de Como usar o código de indicação Superbet via Metrópoles, antes de fazer suas apostas.

Estreia costuma cobrar caro

 Para o Brasil, jogo de estreia em Copa raramente é passeio. Mesmo quando vence, a Seleção costuma enfrentar tensão, ansiedade e partidas mais duras do que o torcedor imagina antes de a bola rolar.

Em 1994, na campanha do tetra, o Brasil venceu a Rússia por 2 a 0, mas entrou em campo pressionado por um jejum que vinha desde 1970. Em 1998, ganhou da Escócia por 2 a 1 em um jogo apertado, decidido com dificuldade. Já em 2002, contra a Turquia, levou susto, saiu atrás no placar e precisou virar para 2 a 1.

A sequência mostra que o favoritismo brasileiro quase nunca transforma a estreia em tarefa simples. Em 2006, a vitória sobre a Croácia foi por apenas 1 a 0. Em 2010, contra a Coreia do Norte, o Brasil ganhou por 2 a 1, mas encontrou mais resistência do que se esperava. Em 2014, jogando em casa, começou perdendo para a Croácia antes de virar por 3 a 1. Quatro anos depois, empatou com a Suíça por 1 a 1. Em 2022, venceu a Sérvia por 2 a 0, mas só conseguiu abrir o placar no segundo tempo.

Esse histórico ajuda a explicar por que a partida contra Marrocos exige cuidado. A primeira rodada de Copa tem um peso próprio. O time ainda está se ajustando ao ambiente do torneio, os jogadores sentem o tamanho do palco e qualquer erro vira assunto mundial em poucos minutos.

O peso da camisa e da ansiedade

 A Seleção Brasileira carrega uma cobrança diferente. Não entra em Copa apenas para participar ou fazer boa campanha. A tradição empurra o Brasil sempre para a obrigação de brigar pelo título. Isso aumenta a pressão desde o primeiro minuto.

Em uma estreia, essa carga emocional aparece em detalhes: passe errado, finalização precipitada, defesa mais nervosa, demora para controlar o jogo. Contra uma equipe organizada como Marrocos, esse tipo de instabilidade pode custar caro.

Os marroquinos devem tentar justamente explorar esse cenário. Uma marcação forte, transições rápidas e a confiança de quem já mostrou força em Mundial recente podem transformar a partida em um teste real para o Brasil. Não será apenas uma questão técnica, mas também mental.

Para a Seleção, vencer significaria começar a Copa com autoridade, apagar parte das dúvidas e evitar turbulência logo na largada. Um tropeço, por outro lado, abriria espaço para críticas, comparações e pressão ainda maior nas rodadas seguintes.

Por isso, a estreia contra Marrocos tem cara de jogo perigoso. O Brasil segue favorito pela tradição, pelo elenco e pela história, mas terá pela frente uma seleção madura, competitiva e sem medo de enfrentar gigantes. Em Copa do Mundo, começar bem não garante título. Mas começar mal costuma transformar o caminho em subida desde cedo.

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