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Uberaba, 04 de julho de 2022 -

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Lídia Prata
Carlos Paiva SENTINELA 21/06/2022



Blogueira cai em golpe em Uberaba e tem conta no Instagram sequestrada

Os acusados que querem ser vítimas...
Cinco presos, durante audiência de custódia no Fórum Melo Viana, em Uberaba, na tarde de ontem, alegaram à juíza de Direito que foram agredidos durante suas prisões. Por esta razão, a magistrada determinou aos policiais penais que os acusados passassem por exame de corpo de delito. Um dos homens que agora se diz vítima é um preso, de 43 anos, recolhido depois de agredir muito a companheira, uma dona de casa, de 39 anos, rua São Benedito com avenida Alberto Martins Fontoura Borges, no dia 9 de junho passado. Outro preso, 28 anos, também disse ter sido agredido no momento de sua prisão, rua Manoel Alexandre, bairro Morumbi, no dia 10 de junho passado, foi autuado em flagrante por tráfico de drogas e tinha em seu poder 120 pedras de crack. Já um preso de 33 anos, que também alegou ter sido agredido no momento da prisão, foi flagrado furtando barras de ferro em uma obra na avenida Claricinda Alves Rezende com avenida Vereador Mário de Assis Guimarães, no dia 11 de junho passado. Outro que também jurou ter sido agredido no momento da prisão é o operador de máquinas de 58 anos. Ele levou uma menina de 11 anos para o mato e a estuprou sem dó e sem piedade. Foi encontrado esperma dele na menina e na calcinha dela. A prisão aconteceu na casa dele, rua Menino José Almeida, Vila Presidente Vargas, no dia 11 de junho deste ano. Já um carpinteiro de 49 anos também disse que foi agredido durante sua prisão no dia 10 de junho deste ano. Na ocasião, ele foi preso em flagrante depois de espancar covardemente sua companheira, uma faxineira, de 53 anos. A prisão aconteceu na rua Luiz Abrão. Vale lembrar que todos que agora se dizem vítimas foram autuados em flagrante pela autoridade policial de plantão na Polícia Civil. Ter sido agredido no momento da prisão é só um dos vários artifícios que os presos alegam na audiência de custódia para se livrarem da cadeia, mas Uberaba é uma cidade privilegiada, pois conta com promotores de Justiça e juízes de Direito que detectam uma mentira de longe. Exame de corpo de delito é só um direito do preso. Não significa soltura. Significa que a Justiça está fazendo prevalecer a lei.

Dentista é encontrado morto
O dentista Luiz Carlos Alves Ferreira, 66 anos, foi encontrado morto em sua residência na rua Bernardo Rossi, bairro São Benedito, no começo da tarde de ontem. Segundo informações obtidas pela coluna SENTINELA, uma irmã da vítima recebeu uma mensagem do dentista e pediu a um cuidador, de 62 anos, para que fosse até a casa do dentista verificar se estava tudo bem. O dentista foi encontrado morto. A morte foi confirmada por um médico do Samu. Um perito criminal da Polícia Civil esteve no local e colheu evidências para futuro laudo. O corpo foi encaminhado ao IML de Uberaba.

Urina e fezes de drone
Uma advogada de 42 anos e dois estudantes, 40 e 23 anos, registraram ocorrência policial no 67º Batalhão da Polícia Militar em Uberaba relatando que em 15 de junho de 2022, quando se encontravam no Campus da Unitri, em Uberlândia, com finalidade de participar do lançamento da pré-candidatura do Partido dos Trabalhadores (PT), por volta das 16h15, identificaram que havia a presença de um drone. Em seguida sentiram respingos em seus corpos advindo do drone que estava pulverizando naquela oportunidade um líquido, com forte odor semelhante a urina e fezes. Eles contam também que, ao verificarem tal situação, correram em direção aos seguranças particulares que se encontravam no local. O registro policial feito em Uberaba deve ser juntado a um inquérito policial já instaurado em Uberlândia, onde, segundo informações, já teriam identificado o autor e a camionete utilizada na ação.

Chaves esquecidas
Uma aposentada de 65 anos precisou procurar a polícia para informar que esqueceu algumas chaves dentro de um “Uber” e fez contato com a empresa. A empresa confirmou que realmente o motorista está com as chaves e só. O motorista não entregou as chaves. Agora a aposentada quer que a Polícia Civil vá atrás das chaves com o motorista de aplicativo.

Golpe do bilhete premiado
Uma aposentada de 72 anos caiu no famigerado golpe do “bilhete premiado” e perdeu mais de R$21 mil. Ela foi abordada na rua Vigário Silva, região central de Uberaba, na tarde de ontem. Os golpistas são: homem magro, branco, de estatura mediana e a mulher é magra, branca e de estatura mediana. Os modus operandi são os mesmos, neste caso o que mudou foi a justificativa para não sacar os R$6 milhões ganhados na loteria. O homem, que se passa pelo ganhador do prêmio, disse que sua família era evangélica e não aceitava dinheiro de jogo. Neste caso a vítima, a aposentada, não entregou dinheiro, mas sim o cartão bancário. Os golpistas, pelo caixa eletrônico, fizeram empréstimo no valor de R$ 16.300,00. Também pegaram o adiantamento das duas parcelas do 13º salário da aposentada: R$2.493,21 e a outra de R$ 2.028,32. Até a quantia de R$200,00 que estava na conta também foi sacada.

Exigência de pagamento com cartão
Já uma outra aposentada, desta vez de 73 anos, foi vítima de vendedores ambulantes que exigiam pagamento com cartão bancário e acrescentam alguns zeros na máquina. Já tivemos casos de golpistas vendendo panelas, calçados e agora roupas de cama. A aposentada comprou lençóis por R$130,00 e foi exigido que pagasse com cartão de crédito. Ao invés de passarem os R$130,00 conforme combinado, os golpistas pagaram R$1,3 mil. E neste caso um fato chamou atenção: eles não entregaram os lençóis à aposentada sob o argumento de que o cartão não liberou o pagamento. A vítima pagou R$1,3 mil por nenhum lençol.

Golpe do WhatsApp
Farmacêutica de 33 anos atendendo uma solicitação de uma pessoa que acreditava ser sua irmã pelo WhatsApp, fez dois Pix de R$5 mil cada. Mais tarde descobriu que havia caído em um golpe.

Sequestro de Instagram
Uma influenciadora digital teve seu Instagram clonado depois de receber voucher em nome do Restaurante Mangiare. O golpista exigiu R$300,00 para devolver o acesso do Instagram a ela. A influenciadora pagou o valor exigido, mas nada do golpista devolver seu Instagram.




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Condenado é preso em Rio Claro
O servidor geral Gabriel Henrique do Carmo Lima, 23 anos, foi preso, por determinação do juiz de Direito da 3ª Vara Criminal de Uberaba, Stefano Renato Raymundo. Ele foi condenado por tráfico de drogas e sua prisão aconteceu em Rio Claro (SP). Ainda não tem data para sua transferência para penitenciária de Uberaba, onde deve cumprir sua pena.

Cigano condenado e preso
Outro que também está preso após ter a sentença condenatória é o cigano João Galcindo, hoje com 61 anos. Neste caso, o agora condenado, foi preso escondido em um assentamento na cidade vizinha de Igarapava (SP) e a polícia paulista só chegou até ele depois que a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa da 1ª Delegacia Regional de Polícia Civil em Uberaba passou a informação de seu paradeiro e pretensão de fuga. O mandado de prisão foi assinado pelo juiz de Direito da 2ª Vara Criminal de Uberaba Fabiano Garcia Veronez. O cigano foi condenado a oito anos de prisão por ter tentado matar com nove tiros o “Paçoca”, na época com 36 anos. A sentença condenatória foi confirmada pela 5ª Câmara Criminal do TJMG. O crime aconteceu em 11 de setembro de 2019, rua Roberto Inácio Dias, bairro Marajó 2. O motivo estaria relacionado a “negócios de ciganos”. O Galcindo tem outras várias passagens e já foi considerado de altíssima periculosidade. Também neste caso ainda não se sabe o dia de seu recambiamento para a penitenciária de Uberaba.

Compra de padaria
Casal de empresários comprou uma panificadora por R$180 mil acreditando que podiam entrar e começar a produção, mas foram surpreendidos pela falta de maquinário adequado. O casal recorreu à polícia na tentativa de desfazer o negócio. O ex-dono até pega as chaves de volta, mas não devolve o dinheiro recebido.

Acusado de ser “nazista”
Um funcionário público de 26 anos está inconformado com alguns colegas de trabalho que estariam divulgando na cidade que ele é “nazista”. Tal injúria, conforme o funcionário público, teria chegado ao setor que trabalha e estaria lhe causando sérios problemas.

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do JORNAL DA MANHÃ.
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