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Uberaba, 11 de abril de 2021 -

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Lídia Prata
Carlos Paiva SENTINELA 03/04/2021


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Recepcionista da UPA denuncia pacientes com sintomas gripais que tossiram em sua direção

Está morto
O presidiário Luís Fernando Batista Pena, 33 anos, faleceu nesta sexta-feira (2), às 14h03. Ele estava internado no Hospital de Clínicas da UFTM. Consta como causas da morte: choque séptico, infecção pulmonar e sanguínea e neurotuberculose. Ainda não se sabe se tem ligação com a Covid-19. Luiz Fernando estava recolhido na penitenciária desde 27 de novembro de 2020 por sentença transitada em julgada no crime de tráfico de drogas.

Perigo de contágio de moléstia grave
Recepcionista da UPA São Benedito, de 40 anos, acionou a Polícia Militar, nesta sexta-feira (2), por volta das 17h30, para dar queixa de duas mulheres, com sintomas de Covid-19, que estavam tossindo em sua direção. Segundo documento encaminhado à Polícia Civil, as duas mulheres estavam com acesso para medicação e em dado momento um parente trouxe salgados e refrigerantes e a recepcionista informou as duas acusadas que não poderiam comer dentro da unidade de saúde. Pra quê? As duas mulheres/pacientes começaram a realizar xingamentos de baixo calão e abaixaram as máscaras de proteção facial que cobriam o nariz e a boca e começaram a tossir em direção ao rosto da recepcionista.

Maus tratos
Denúncia anônima levou policiais militares e fiscais da Postura da Prefeitura de Uberaba a uma casa onde um cão era vítima de maus tratos, rua Alaor de Deus, bairro Chica Ferreira, às 11h20 desta sexta-feira (2). Um aposentado de 61 anos recebeu voz de prisão em flagrante e foi levado para a Delegacia de Plantão da Polícia Civil. Conforme documento encaminhado à Polícia Civil, os fiscais receberam fotos do cão junto com a denúncia. No local apontado, “o cachorro apresentava visíveis sinais de maus tratos, bastante desnutrido (magro), gengiva esbranquiçada, sem água, acorrentado e em local inadequado e insalubre”. O cão foi encaminhado a um abrigo.

Repercutindo
No dia 27 de março passado, esta coluna noticiou em primeira mão que o médico cardiologista de 48 anos, condenado por estupro a 7 anos de prisão em regime semiaberto, já havia voltado a trabalhar normalmente em um posto de saúde da Prefeitura de Uberaba. A nota repercutiu muito em alguns departamentos da Prefeitura de Uberaba. Em seguida, o vereador Marcos Jamal (MDB), durante sessão plenária virtual, solicitou informações de possível processo administrativo visando exoneração do médico. A Prefeitura de Uberaba, em nota, chegou a informar que “o médico prestou concurso público municipal em 2019. Portanto, servidor público concursado. A data do crime que o levou à prisão é outubro de 2020 e, portanto, caberia à gestão anterior instaurar processo administrativo para apuração das denúncias e aplicação das sanções cabíveis”. Já na sexta-feira (2), talvez tomada pela repercussão, a prefeita Elisa Araújo gravou vídeo desmentindo que ela teria contratado o médico após a condenação judicial em primeira instância, conforme alguns irresponsáveis publicaram e compartilharam nas redes sociais. A Secretaria de Comunicação encaminhou nova nota informando que o médico será afastado do cargo público.

Mais um
Nesta última nota da Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Uberaba, consta que não foi encontrado nenhum procedimento administrativo contra o médico cardiologista e ressalta que o estupro, do qual foi condenado, aconteceu no consultório particular do profissional da saúde. É verdade. Só a título de informação, o médico cardiologista também já teve problemas parecidos, aos que culminaram na sua condenação, dentro de uma unidade de saúde da Prefeitura de Uberaba e parece que também não foi instaurado procedimento administrativo. E acredite: muita gente sabe disso.

Ocorrência policial
Segundo registro policial de 13 de outubro de 2010, a Polícia Militar foi chamada na URS São Cristóvão, rua Comendador Gomes. No local a vítima, uma simples dona de casa de 28 anos, relatou que: ...durante atendimento médico com o cardiologista..., foi molestada, sendo que enquanto o médico a examinou, segundo ela, pediu que deitasse de bruços na maca e levantou seu vestido acima das nádegas, iniciando apalpação em suas pernas próximo aos pés, subindo até próximo a vagina, passando as mãos pelas nádegas, momento em que ela se levantou e começou questionar o médico quanto à necessidade daquele ato, uma vez que o problema era no coração”. No mesmo documento consta que o médico justificou dizendo “que era um procedimento normal, pois estava fazendo um exame venoso e percorreu todos os pontos por onde passam as artérias”.

Estapeado
E a ocorrência no URS São Cristóvão não parou por aí. A dona de casa foi até sua residência e contou o ocorrido para o pai. Eles retornaram à URS e agrediram o médico. O pai teria segurado o cardiologista pela camisa e a dona de casa teria desferido vários tapas no rosto dele. Ela confirmou as agressões e justificou que já passou por diversos exames cardiológicos e nunca ocorreu tal situação. Neste dia ninguém foi preso.

Condenação
O médico cardiologista foi preso por estupro (durante consulta e no consultório particular) e autuado em flagrante no dia 28 de outubro de 2020 e em seguida foi denunciado, condenado a 7 anos de prisão em regime semiaberto, deixou a penitenciária de Uberaba no dia 6 de fevereiro e já voltou à sua vida normal. Neste caso, a vítima é uma estudante de 32 anos.

Golpes de faca
Dona de casa de 26 anos é presa após esfaquear o companheiro, um serralheiro de 36 anos. O crime aconteceu na casa do casal, na rua Afrânio Melo Franco, José Valim de Melo, por volta das 0h10 desta sexta-feira (2). Segundo informações, na casa do casal ocorreu uma confraternização e depois dos convidados terem ido embora, começaram a discutir pelo motivo, que, segundo ela, o serralheiro teria feito uso de drogas. A dona de casa teria solicitado que o serralheiro se retirasse de sua residência, momento em ele se exaltou e passou a agredi-la com tapas e socos. Ela diz ainda que, para se defender, armou-se com uma faca e desferiu vários golpes nele.




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Ameaças
Já o serralheiro afirma que assim que os parentes deixaram a casa ele foi dormir, enquanto a mulher teria ido beber na casa do vizinho. Logo em seguida a dona de casa retornou dizendo que ele não estava dando atenção a ela, pegou o celular e ligou para outro homem, então ele disse que iria terminar o relacionamento e ir embora, momento em que a dona de casa desferiu os golpes de faca. No final das contas, os dois foram levados para a Delegacia de Plantão de Polícia Civil, mas antes foram atendidos na UPA do Mirante. Durante a lavratura da ocorrência pela Polícia Militar, a dona de casa ainda ameaçou o serralheiro de morte na frente dos militares.

A outra
Na quarta-feira (30), em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, uma dona de casa de 48 descobriu que o marido, que estava prestes a ser intubado com Covid-19, estava em um hospital particular com uma amante. O marido chegou a ligar e dizer que estava com Covid e que iria procurar atendimento médico, mas ela não precisava ir até o hospital, pois ele já estava melhor. A mulher resolveu não acatar o pedido do marido e, já no hospital, foi informada por um funcionário de que o paciente estava “acompanhado da namorada". Foi aí que o bicho pegou. Além de descobrir que o marido tinha uma amante, tomou ciência também de que a “outra” era sua amiga e que ela já estava de posse dos documentos dele, bem como cartões de banco e o aparelho celular.

Cemitérios públicos
O número de mortos pela Covid-19 em Uberaba no mês de março é assustador. Será que todos foram sepultados no cemitério particular? Ninguém falou mais nada sobre a falta de vagas nos cemitérios públicos. O problema foi resolvido?

Empatia
Na tarde desta quinta-feira (1º), pelo menos três pessoas procuraram a Polícia Militar para registrar queixa contra uma rede de atacarejo em Uberaba. Segundo essas vítimas, fizeram compras, em lojas diferentes, de ovos de páscoa e outras mercadorias. Logo após passarem o cartão para o pagamento, o sistema de internet da rede de atacarejo caiu e quando retornou não constava o pagamento das compras. Os clientes mostraram no extrato do banco o lançamento dos valores das compras e mesmo assim os gerentes das lojas disseram que não poderiam levar as compras e que em cinco dias o problema seria resolvido. Total desrespeito e empatia.

Vai explicar...
Quem não tem mais dinheiro ou crédito no cartão, como vai fazer para comprar ovos e outras mercadorias para o domingo de páscoa? Explica para uma criança que comprou, pagou e coelhinho da páscoa não entregou porque a internet cai. Isso merece ação de danos morais e ...

Imperdível
Na próxima segunda-feira (5), às 19h30, a Sabryza Modas vai realizar sua primeira live com as melhores e maiores marcas de calçados femininos. E os preços estarão entre R$39,90 e R$99,90. Acesse o Instagram @sabryzamodas e venha fazer economia e concorrer a lindos brindes. Sabryza Modas, rua Marquês do Paraná, 1132, bairro Estados Unidos, telefone: (34) 3321-4281. Levamos condicional até você.

Apurando
Denúncia anônima ao 181 (Disque Denúncia Unificado) levou policiais civis a apreender uma carreta com sinais de adulteração, praça Pio XII, Parque São Geraldo, por volta das 15h30 desta quinta-feira (1º). Segundo a denúncia, a carreta era roubada e estava em um galpão com armazenamento de grande quantidade de drogas. O denunciante citou nomes dos supostos donos do local, da carreta e das drogas. Citou até que um dos envolvidos estava preso. Foi constatado sinais de adulteração no veículo, mas nada de ilícito foi encontrado. A carreta foi apreendida para vistoria e perícia.

Profissionais do sexo
O Jornal “O Tempo” trouxe uma matéria na edição desta quinta-feira (1º) relatando as dificuldades dos profissionais do sexo de Minas Gerais nesta pandemia. Conforme a matéria, “as profissionais do sexo de Minas Gerais optaram por suspender o atendimento por tempo indeterminado. Além disso, demandam que sejam incluídas nos grupos prioritários da vacinação”. Ainda conforme o texto, “...a presidente da Associação das Prostitutas de Minas Gerais (Aprosmig), Cida Vieira, confirmou a interrupção das atividades. ‘É uma questão de proteção mesmo, até que sejamos incluídas como grupo prioritário nos planos de vacinação a nível municipal, estadual e federal. Não estarmos nessa listagem é uma violência, já que trabalhamos com contato e levamos o sustento de muitas famílias’, disse”. A associação tem 3.500 profissionais cadastrados em Belo Horizonte e 80 mil em todo Estado.

 

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do JORNAL DA MANHÃ.
O conteúdo é de responsabilidade exclusiva do autor.

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