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Uberaba, 04 de julho de 2022 -

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Lídia Prata
Geraldo Djalma GERALDO DJALMA 27/05/2022



Celebração do centenário de Helena Rodrigues da Cunha Sepulveda é o destaque da coluna de hoje

Centenário de Helena
Chegar aos 100 anos é um feito para poucos, mas completar um século de vida com saúde, alegria e ao lado de uma grande família é uma bênção. Dona Helena Rodrigues da Cunha Sepulveda pôde vivenciar este momento tão especial na última semana e dividiu com seus familiares a sensação de olhar para o passado e ter uma história linda e repleta de motivos para agradecer. Acompanhar as comemorações do centenário de Dona Helena aquece o coração e traz esperança nestes tempos desafiadores que vivemos. Que mais pessoas consigam alcançar este feito e celebrar junto com seus entes queridos histórias e mais histórias de vida. Porque o importante mesmo é estar juntinho de quem amamos e compartilhar experiências e vivências para perpetuar tudo que aprendemos nesta aventura incrível que é a vida. Parabéns Dona Helena!


Helena Rodrigues da Cunha Sepulveda chega aos 100 anos transbordando alegria e amor

Viagem a Israel
Conhecer uma das regiões mais antigas e históricas da humanidade foi o destino de vários amigos uberabenses nas últimas semanas. Eles partiram rumo a Israel para conhecer uma das regiões mais antigas e exóticas do mundo. Israel é um país do Oriente Médio banhado pelo Mar Mediterrâneo, de temperatura quente e com uma população hospitaleira. Essa região árida e deslumbrante exerce um fascínio em todos que a conhecem, mesmo sendo um lugar com constantes conflitos religiosos e políticos. Sua história foi retratada primeiramente na Bíblia em vários livros e depois perdemos a conta de quantos filmes, documentários, séries e publicações se renderam à riqueza cultural e geográfica daquela região. Este destino certamente é um dos mais desejados pelos amantes do turismo e se mantém firme na lista dos mais belos do mundo.


A querida Lélia Bruno, passa temporada em Israel na companhia da filha, Ana Paula Sabino Ciabotti e da nora, Ana Marchesi


Esmê Nasser brinca com as areias do deserto de Wadi Rum, na Jordânia que foi cenário para o filme Lawrence da Arábia e muitos outros


A querida amiga Lauanda Palis Duarte com as filhas Cristiana, Cristina e Eliana Palis neta emocionante viagem que levou tantos uberabenses a Israel


Ana Paula Sabino Ciabotti encantada com a beleza e grandiosidade das ruinas de Petra





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Cris Musa que está fazendo uma cobertura incrível da viagem em seu instagram, encontrou um comerciante local com o sobrenome muito parecido com dela. Ambos significam Moisés


Florença Barsam que capetaneou os Uberabenses nesta incrível viagem a Israel, aproveitou para ler a Revista JMM flutuando nas águas hipersalinas do Mar Morto

 

Festa Junina
Prestes a entrarmos no mês de junho, o pensamento já procura logo as memórias das festas juninas repletas de quitutes da roça. Se bem que uma canjica quentinha cairia bem neste friozinho que anda fazendo por aqui. Esta festividade popular foi trazida para o Brasil pelos portugueses durante a colonização. Os historiadores apontam que as origens da festa junina estão diretamente relacionadas a festividades pagãs realizadas na Europa na passagem da primavera para o verão, momento chamado de solstício de verão. As comemorações realizadas por diferentes povos pagãos europeus começaram a ser cristianizadas a partir do momento em que o Cristianismo se consolidou como a principal região do continente europeu. Assim, a festa originalmente pagã foi incorporada ao calendário festivo do catolicismo colocando Santo Antônio, São João, São Pedro como figuras centrais das comemorações.

O valor de uma vida
Acompanhando os recentes fatos sobre a morte de um homem de 38 anos, por asfixia em uma ação da Polícia Rodoviária Federal, na cidade sergipana de Umbaúba, bem perto da capital Aracajú, me ponho a refletir sobre o valor de uma vida humana. Como é que alguém pode amarrar, trancafiar e sufocar com fumaça um semelhante? Onde foi parar o amor ao próximo? Um vídeo feito por moradores locais mostra o homem ainda vivo sendo humilhado, agredido, imobilizado e a trancado em um porta-malas repleto de fumaça, supostamente gás lacrimogênio. Ao que tudo indica, três policiais da Polícia Rodoviária Federal foram os autores desta ação infeliz e desumana que acabou ceifando uma vida. Nada justifica essa crueldade e falta de habilidade no controle de qualquer situação. Na verdade, o que aconteceu foi um total descontrole pelos agentes que deveriam cumprir a lei. Em nota, a PRF de Sergipe diz que abriu um procedimento disciplinar para apurar a conduta dos policiais envolvidos. Mas o que dizer para a esposa e filhos da vítima? A eles resta somente o choro e a lembrança deste episódio horrendo de uma sociedade que se distancia cada vez mais da compaixão.


 


** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do JORNAL DA MANHÃ.
O conteúdo é de responsabilidade exclusiva do autor.

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