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Uberaba, 30 de junho de 2022 -

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Lídia Prata
Carlos Roberto Moura - Ticha NO BICO DA CHANCA 17/05/2022



Vamos relembrar o brilho da equipe do Nacional no início dos anos 70

TOQUE DE PRIMEIRA

Acredito que este time do Nacional chegou a encostar no início dos anos 70. Época que muitos jogavam por gostar de futebol e até mesmo por amor à camisa. O dinheiro não era tanto. Pouco, mas servia para quebrar algum galho com despesas extras. Mas o futebol sempre foi gigante por natureza. É bom frisar que a torcida do Elefante sempre foi apaixonada e apostava tudo em qualquer escalação que entrava em campo. Até nos dias de hoje, vemos uma torcida que sabe vibrar e se apaixonar muito rápido com o time da rodovia. Tem até a torcida “Mão Preta”, que nunca se importou com sol, frio ou chuva para ver seu time jogar. Essa formação que a coluna posta hoje é uma que conquistou o carinho dos torcedores. Derrota, vitória ou empate, a parceria nunca faltou. Nesta foto tudo começa pelo Belmar, que não foi cria do alvinegro. O lateral saiu do Atlético do grande Abadia, passou pelo Independente, jogou no Uberaba SC, mas quando vestiu a camisa preta e branca, mostrou garra, disposição e determinação. Jair, zagueiro que veio do futebol paulista, inicialmente fez parceria com Poças, mas teve o mesmo valor fechando a zaga com Carivan; este sim, jogou com amor e vontade, e por que não: amor à camisa. Carivan fez história no time da rodovia. Hoje, mora em Araguari. Pela esquerda, o sempre lateral Ziza. Moço simples, mas bom de bola. Este veio do Bairro Mercês e foi titular com a camisa 6 no Nacional. Moço de valor. Luciano Pelezinho, jogador de meio-campo, que sabia trabalhar a “gorduchinha”, além do mais foi policial. Ele não negava o apelido de “Pelezinho”. O goleiro, dizem ser o Franz: sinceramente não lembro desse nome e nem da fisionomia, mas se jogou no Nacional deve ter sido bom. Pela direita vem o Adão, jogador de velocidade, que dava um trabalho danado para os laterais adversários. Na meia direita, o craque Mané Mateus. Este foi outra cria do Atlético e foi convidado a jogar pelo Nacional. Na época, seu companheiro de ataque foi o Ildeu. Mané tinha ótima presença em campo: chutava bem, driblava sempre pra frente. Foi um jogador de valor. Para minha surpresa, o Mazolinha está na foto ao lado de Mané e Tinoco. Posso ter esquecido, mas não lembro do Mazolinha no Nacional, mas a foto diz a verdade. Mazolinha jogou no Uberaba SC e depois no Independente, agora, no Naça não me lembrava, mas esteve lá. Tinoco foi o melhor da história do Nacional. Craque de maior proporção; sempre foi um jogador diferenciado e decidiu muitos jogos para o Nacional. Guerrara foi outro jogador sem muito alarde, mas jogava muita bola. Seu nome está na história do estádio Uberabão, isso por ter feito o primeiro gol da noite naquele estádio. Merece respeito. Finalizando a foto aparece Costinha, o massagista que entrou para a história do clube. Muito inteligente, principalmente no preparo da laranjada. Sem dúvida, foi um profissional que jamais será esquecido pelos nacionalistas. Esta é uma foto encontrada em uma das caixas dos guardados que mostra parte da história de um grande clube. É história. Recordar é viver, como é bom lembrar de você.

 

Foto do Nacional de 1968.

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CANELADAS

Segundo um amigo do Karrapixo, que toma umas e outras com ele no Bar do Lagoa; tem jogador que é ruim para fazer golos, mas quando estão no boteco são bons nos goles...

Aquele bandido, muito perigoso, condenado à morte, senta-se na cadeira elétrica para ser executado e o diretor pergunta:

--- De acordo com a lei o senhor tem direito de solicitar seu último desejo. Qual é?

--- Gostaria que o senhor segurasse a minha mão...

Segundo o mestre Karrapixo, o único motivo de um ex-árbitro ir para televisão comentar as marcações do árbitro de campo é para dar razão aqueles que o criticavam quanto ele estava na ativa...  

Essa não, surgiu lá no bar do português Mané Escoura:

--- Sabe quantos portugueses são necessários para afundar um submarino?

--- Claro. São dois. Um bate na porta, outro abre...

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BOLA DE MEIA

E o Cruzeiro está sensacional. É o líder da série B do Brasileiro. A conquista vem sendo na base da raça e determinação. Por outro lado, o Vasco da Gama chegou ao G4. Uma “bomba” do garoto Figueiredo resolveu o problema do Cruz de Malta.




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Palmeiras venceu o Bragantino, Internacional e Corinthians ficaram no empate em dois gols. O Galo bateu no Atlético-GO. O Flusão atropelou o Furacão. O Flamengo só empatou e ficou pertinho do rebaixamento. Mais um tropeço sua torcida vai sentir mal.

São Paulo venceu de virada; Coritiba bateu no América, Goiás atropelou o Peixe. Agora, mais uma vez o Botafogo usou a determinação e muita raça para vencer de alto nível o Fortaleza por 3 a 1 de virada. Na verdade, ninguém segura o Glorioso. É a fase.

O Uberaba SC, dono de uma torcida apaixonada e que acredita sempre, não está indo bem no campeonato. Da quinta colocação foi parar na décima. Na verdade, o time não está jogando nada. Não tem estrutura nenhuma de jogo. Time sem vontade.     

Onde está o erro que contaminou todo o elenco, que de bola está completamente desprovido, mas em indisciplina (cada jogo tem expulsão) é nota dez. Mas na verdade, quem está jogando é o Samuel e o Lucão. O que foi visto contra o Coimbra, apaga.  

Até mesmo o Varginha, que vem enfrentando situação financeira complicada, se recuperou e subiu na tabela. Por aqui a coisa não funciona e a cada jogo, em casa ou fora é uma vergonha. O time não joga, não enfrenta a verdade, com isso a vaca vai pro brejo.

Uma coisa tenho certeza; mudanças serão feitas. Pode haver dispensas e contratações. Tem jogador que veio fazer turismo. Como Derlan Pena está vendo tudo isso? E o técnico Bruno Barros, será que perdeu o comando?  Tá uma vergonha.    

Um jogo bom que aconteceu na vida do USC foi a vitória do Sub 23 em cima do Nacional por 2 a 1. Foi um jogão. De Lucca marcou o seu. Genauro também marcou. Como acontece em todos os clássicos, teve catimba e cobrança em cima do árbitro.

O torcedor do Uberaba SC esperava uma atitude mais rígida, como a diretoria trabalha com tranquilidade e não gosta de esbravejar e falar baboseira, foi apenas no grosso. Dispensou Andrey, Marcelo Jr. e Fernandinho, que cometeram indisciplinas.

A surpresa foi a multa para cima do Lucão, que a torcida apostava toda eficiência técnica e moral pra cima do goleiro, que teve um comportamento excelente no ano passado. Gabriel Esteves é outro que levou multa. Acredito que boa coisa não fez.

Sem detalhar as posições, dois jogadores chamados de reforços devem chegar amanhã e certamente terão condições de jogo para sábado. Contra o Tupi. A diretoria não disse nomes e nem as posições. Certamente foram contratações pontuais. TRAVA.

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do JORNAL DA MANHÃ.
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