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Uberaba, 22 de maio de 2022 -

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Lídia Prata
Carlos Roberto Moura - Ticha NO BICO DA CHANCA 03/05/2022



Um grande jogador, Gagal só via alegria em jogar futebol

TOQUE DE PRIMEIRA

Hoje é dia da coluna falar sobre um atleta bem magrinho, mas que jogava muito (ainda joga). Foi profissional e sempre escalado, mas ninguém entende por que não conseguiu ter mais corpo e “estourar” de vez no mundo da bola. Grazianne Fernandes da Silva nasceu em 05 de maio de 1988 na cidade de Ituiutaba. Ele começa apontando Cristiano Ronaldo como o craque do futebol mundial. Mas foi no “terrão” que Gagal começou a amizade com a bola e seu Orlando quem passava as dicas para mostrar no campo de jogo. Gagal enche o peito e fala que seu melhor treinador foi o jovem Erick Moura, com quem aprendeu muito. Argemiro foi um atleta com quem se dava bem e gostava de jogar ao seu lado. Agora, enfrentar o Balduíno nunca foi moleza, o “pau caia a folha”. Sua emoção sempre foi a de entrar em campo, jogar um futebol com alegria e ouvir o torcedor gritar o seu nome. Uma partida que não esquece foi contra o Uberlândia, onde jogou muita bola e ajudou o Colorado a vencer. Agora um jogo ruim foi contra o Ituiutaba, nesse dia não jogou nada. Afirma com todas as letras que o Uberaba SC foi o melhor time que jogou. Na época, se não tivesse sido jogador, teria escolhido ser professor de Educação Física. Entre seus gols, escolheu como o mais bonito aquele contra o Independente, isso foi em uma final no Uberabão. Não tem vaidade e acrescenta que ela só atrapalha. Torce como nunca para o Palmeiras. Sempre se espelhou no Cristiano Ronaldo. No mundo da bola, nada o impressionou, só a alegria dos títulos. No futebol do passado, era só jogar, hoje o dinheiro fala alto. Sobre “Maria Chuteira”, sempre foi bom, depois de um gol, a resenha era das melhores. Tem Ronaldo Fenômeno como ídolo. Nos dias de hoje, cuida dos filhos e corre atrás do lucro para tampar os prejuízos. Em suas decepções a primeira foi a de treinar bem e não ser selacionado para alguns jogos. Tinha treinador que não confiava nele. Mas sua alegria ainda persiste: só de lembrar da torcida do USC, ele fica feliz, pois sempre teve o apoio de todos. Por isso ama esses torcedores. Lembra dos dias bons e ruins; são coisas do mundo da bola, mas gostaria que os treinadores do profissional desse moral a garotada das categorias de baixo. Por isso tem orgulho de ter sido lembrado juntamente com Buiu, Argemiro e Paulinho. Tinha outros bons de bola. Gagal é feliz, principalmente por ser honesto e responsável, e vive feliz com a esposa Luciana Silva Campos e com os filhos Rafael, Pedro, Brayan, Nicolly e Artur. Na verdade, Gagal, enquanto esteve em campo, mostrou qualidade e Erick Moura sabia disso, o colocando na escalação. Recordar é viver, como é bom recordar de você. Gagal escreveu sua história.

Gagal no treino do USC.

Gagal e o colega Buiu.

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CANELADAS

Karrapixo faz sua análise e promete dar o resultado até o final de semana. O assunto é sobre o primeiro gol do Fluminense sobre o Coritiba.
--- Gente, ainda não cheguei à conclusão se aquele gol que o Muralha aceitou foi um frango, peru, ema ou ganso. No moment,o só sei que foi uma penosa...

Errar como erraram no jogo Uberaba x Betim, no Uberabão, o árbitro Antônio Fernando Costa e o assistente Marciano Pires de Lima, demonstraram falta de conhecimento e parecia que ainda estavam na pandemia ou em Marte...

Terrível foi meu cunhado, Antônio Português, que ainda jovem flagrou sua namorada com um patrício e não fez absolutamente nada. Moral da história: é que não sabia que aquilo era adultério ou erro de português...

Depois de algum tempo de casada, a mulher diz para o marido:
--- Parece que você não gosta da minha família?
--- Claro que gosto. Aliás, eu gosto muito mais da sua sogra do que da minha!

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BOLA DE MEIA

Nas duas partidas pela Copa do Brasil realizadas no final de semana, o Palmeiras virou para cima do Juazeirense e venceu por 2 a 1. Da mesma forma, o Flamengo, jogando no Piauí, virou pra cima do Altos e também venceu por 2 a 1. Golaço do Manoel.

Pelo Brasileiro da Série B, o Cruzeiro foi sensacional e venceu a Chapecoense por 2 a 0. E foi no peito na raça. O Ituano quebrou o encanto do Bahia. O Grêmio venceu o CRB. Em Muriaé, o Vasco da Gama ficou no empate com o Tombense em um tento.

No Brasileirão da Série A, o Ceará perdeu em casa para o Bragantino. Salve o América-MG que venceu o Atlético-PR. O Galo Mineiro parou no Goiás: deu empate. O Fogão não acendeu e ficou no empate em um tento com o Juventude: jogo igual.




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O Internacional travou bom duelo com o Avaí. Acho que o empate foi justo. O Corinthians venceu e foi pra ponta do campeonato. Agora, o jogo foi entre Coritiba 3 x 2 Fluminense. A virada do Coxa foi sensacional e assustou o pessoal do Tricolor Carioca.

No sábado, o Uberaba SC perdeu em casa por 2 a 1. Mas não pode jogar a responsabilidade apenas para cima dos árbitros. Na verdade, eles erraram muito, mas o time Colorado não jogou nada. Defesa frágil; Meio campo sem criação e ataque fraco.

A defesa falhou mais do que “binga velha”, isso andou facilitando para o adversário que soube explorar o setor e encontrar as brechas para finalizar. O meio campo não marcou e nem criou foi verdadeiramente um ponto falho; Andrey foi o mais fraco deles.

Com o meio campo frágil, o ataque ficou a “ver navios” e praticamente deu dois chutes a gol, mas mostrou que não tem uma jogada de nível para ameaçar a meta do adversário. Um time experiente que não dá conta de resolver fica complicado. Ação.

Agora, a comissão técnica tem que dar um jeito em tudo isso. Se os atletas são bons, fica mais fácil de trabalhar. Tudo começa pelo começo. É organizar a defesa no sentido de marcação saída com a bola; se apertar joga pra fora. A linha de quatro só errou.

Meio campo foi desorganizado. Conhecemos Marcio Adriano e João Paulo que apenas correram, mas sem o combate necessário e no momento certo. Andrey foi a peça que não funcionou. O ataque foi de fazer o torcedor ficar irado. Não tem uma jogada.

No próximo sábado, o adversário é o Nacional de Muriaé, time que sempre atrapalhou a vida do USC; teve até gol de goleiro. Caso o time que for escalado, vencer o tal Nacional, tira de vez a “Zica”, depois, quem sabe, as coisas boas podem fluir.

Contra o Varginha, o time jogou mal e venceu. Contra o Betim, o time jogou mal e perdeu. Quem sabe, no sábado, o time joga bem, vence e parte para uma produção maior e cheio de determinação e boas jogadas, volta a deixar sua torcida feliz. TRAVA.

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do JORNAL DA MANHÃ.
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