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Uberaba, 18 de agosto de 2019 -

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Lídia Prata
Jorge Nabut JORGE ALBERTO 07/02/2019

CASAMENTO DE PAULA E DIEGO

UM fim de semana movimentado com o elegante casamento da bela Paula Vilela Árabe e o empresário Diego Fernandes, dia dois de fevereiro, na Capela Marista, uma das mais requisitadas para casamento. Entrada emocionante de Paula. No altar, os pais dos noivos, Valéria e Paulo Cesar Carneiro Árabe, Jô Mendonça e Sérgio Luiz Fernandes. Após a cerimônia, todos saíram para o abraço.
• No cortejo, a daminha, Pietra e os pajens, José Paulo e Felipe.


Paula Vilela Árabe e o empresário Diego Fernandes, os queridos noivos do dia dois de fevereiro, na Capela Marista


 

RECEPÇÃO TOP

COM visual grifado pelo competente Alexandre Assumpção, festa de casamento de Paula e Diego também teve serviço de bufê perfeito. Circulando pelo salão a irmã da noiva, Camila, e o marido, Bruno Martinelli; a irmã do noivo, Luana Fernandes, madrinha com Rafael Gotti; o irmão da noiva, médico Felipe Vilela Árabe, com a impecável Maria Cristina Guarato Leite.
• Integravam a lista de padrinhos, Carlos Henrique Menezes e Karina Vilela, Flávio Augusto Vilela e Ana Vitória Vilela; Thiago Árabe e Marina Coelho.

BOA MÚSICA, BOA PISTA

COM música de qualidade do inspirado DJ Fabiano e da energizada dupla Enzo e Daniel, o que se viu foi animação na pista de dança da recepção de Paula e Diego. Lá estavam os padrinhos Silvia e Wendel Fernandes, Ângela Maria e Ricardo Fidélis de Sousa, Vinicius Galvão e Juliana Felice, Raphael Romualdo e Izabela Coelho, Marcos Jammal, presidente da Coagra, e Laureen Argolo, Paulo Augusto Vilela e Michelle Menezes.
• Do visual dos hosts e dos convivas, passando por decoração, bufê e música, o casamento de Paula e Diego foi só alegria. Valeu!

NOSSOS QUERIDOS ALUNOS

“HOJE é um dia de festa! É o dia em que recebemos nossos queridos alunos”! Desta forma, a diretora Marta Queiroz comemorou a acolhida dos alunos do Colégio Nossa Senhora das Dores, na volta às aulas, dia cinco de fevereiro. As boas-vindas foram momento especial vivenciado na capela do CNSD, onde se refletiu sobre temas como os valores dominicanos e a importância da amizade.


A diretora Marta Queiroz e a equipe dominicana, recebendo famílias e alunos na capela do Colégio Nossa Senhora das Dores, com muito carinho, alegria e reflexão

 DIFERENÇA DE TEMPERATURA

JORNALISTA Luiz Gustavo Rezende, estagiário no JM, assinou, ontem, matéria sobre diferenças de temperaturas em vários locais da cidade. Para os bikers de plantão, a diferença de temperatura mais notada é quando se vem da Univerde, a 28º, às 15h15, “sente o bafo” ao chegar à Leopoldino de Oliveira, entre 33º/34º. Diferença poderia ser compensada com plantio de árvores. Mas essa pauta parece interessar a muito poucos.


Homenagem – Vivenciando momento histórico de sua vida, Franco Cartafina Gomes é empossado deputado na Câmara Federal. Em foto para a posteridade, é flagrado com os pais, nossos amigos da vida toda, empreendedores Eduardo Gomes e Ana Keyla Cartafina; a irmã Sophia e a noiva, Maísa

TAPETE VOADOR

• Dona Stella – Passagem dos 90 anos da senhora Stella Terra Cecílio traz de volta a grande contribuição dela para o refinamento na sociedade. Ao receber para festas elegantíssimas, na bela e bem-preservada Vila Mariana, erguida por seu pai nos anos 20, ela avançava nas noções de receber bem, propiciando, inclusive, relações mais cordiais, tom de voz mais baixo. Na Vila Mariana, a primeira vez que vi orquestra de cordas nas boas-vindas aos convivas.
Os casamentos das quatro filhas, Virgínia, Vera, Márcia e Cecília, foram inesquecíveis. Estão entre os grandes momentos vivenciados por nossa geração. 


• Economia – “Você não ganha para trabalhar, você ganha para resolver os problemas, criar soluções e encantar clientes. O trabalho é o meio, e não o fim”, reflexão do inteligente analista Ricardo Amorim. 


• Economia – Difícil é colocar na cabeça das pessoas que trabalhar não é um fim em si, mas sim um caminho para atingir objetivos e ser feliz com isso. O desejo de ascensão social fala mais alto e o prazer de viver fica para depois, para a “eternidade” talvez. Muito antes do neoliberalismo, a coisa já era assim, mas foi acentuada absurdamente por ele. Fica aquela questão: Viver pobre e morrer rico. Complicado.

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