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Lídia Prata
Raiane Duarte PARALELO MERIDIANO 15/07/2021


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Crimes do Triângulo Mineiro: Mulheres que envenenavam com "agradinho"

Três das quatro acusadas de envenenamento, Maria Eduarda, Francisca Coelho e Maria Helena (da esquerda para direita) e entre elas o soldado Francisco Paulo Dutra (Lavoura e Comércio de 22 abril de 1964)

Quatro mulheres e quase uma dezena de pessoas envenenadas! As vítimas? Maridos, sogras, amantes e desafetos. As supostas autoras? Vizinhas do bairro Abadia em Uberaba (MG). A coluna Paralelo Meridiano agora tem uma nova série de vídeos, sobre crimes do Triângulo Mineiro e, o primeiro caso é sobre os crimes do “agradinho”, que ocorreram entre 1957 e 1964. 

Quando crimes do “agradinho” vieram à tona, a sociedade da época ficou escandalizada. Naquele tempo, partia-se do pressuposto de que mulheres não planejavam assassinatos, ainda mais que criassem uma espécie de rede de envenenamento. Hoje, mais de meio século depois, a história real ainda é cercada de dúvidas e pontos intrigantes. Você conhece os crimes do “agradinho”? Com base nos recortes do jornal Lavoura e Comércio e também em alguns artigos, trago um pouco sobre o caso:  




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Referências: Lavoura e Comércio (recortes de 1964 e 1968 disponíveis no Arquivo Público de Uberaba) Artigo: Criminalidade feminina e suas representações na imprensa: o caso das mulheres dos “Crimes do Agradinho” por Maíra Cristina Tomé Fonseca

Confira também a introdução da série de vídeos “Crimes do Triângulo Mineiro” 

A coluna Paralelo Meridiano é publicada às quintas-feiras. Mais conteúdo no Instagram @paralelo.meridiano!

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do JORNAL DA MANHÃ.
O conteúdo é de responsabilidade exclusiva do autor.

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