JM Online

Jornal da Manhã 48 anos

Uberaba, 12 de agosto de 2020 -

BUSCAR EM TODAS AS SEÇÕES BUSCAR
Buscar

Colunas

Lídia Prata
Renato Abrão RENATO ABRÃO 07/09/2019


Bom dia, leitores do Jornal da Manhã! A partir desta semana, para mostrar a importância da prevenção e diagnóstico do câncer de mama, irei trazer relatos de mulheres uberabenses que enfrentaram e venceram essa doença. Dessa forma, já vamos iniciar os preparativos para o Outubro Rosa, o mês dedicado à prevenção do câncer de mama. Mulheres, aproveitem bastante todas as experiências que serão compartilhadas aqui. Espero que gostem!

Hoje, vocês vão conhecer a história de Daniela Mendes. Fiz cinco perguntas pra ela: Renato Abrão: Como você recebeu a notícia que estava com câncer de mama? Daniela Mendes: Quando recebi a notícia, fiquei chocada e bateu um desespero. Mesmo tendo a experiência de ter trabalhado no hospital Hélio Angotti como nutricionista por 7 anos e ter conhecido o câncer de perto, percebi que sentir na pele é bem diferente. Nunca estamos preparados, mas também nunca imaginamos a força que temos. Renato Abrão: Como sua família encarou a notícia? Daniela Mendes: Minha família me ajudou muito, marido, mãe e irmã. Ficaram também chocados por ser o primeiro caso na família. Serviu de alerta para todos e com eles me senti segura durante todo o tratamento. Renato Abrão: Qual foi o momento mais difícil do tratamento?



Continua depois da publicidade




Daniela Mendes: Foi quando fiz os exames para o estadiamento da doença. A espera dos resultados deixou-me ansiosa, embora eu tivesse muita fé em que tudo estaria bem. Renato Abrão: De onde você tirou forças para lutar contra o câncer? Daniela Mendes: A força vem de Deus! Descobri uma fé maior do que eu imaginava ter. Sempre tive confiança e certeza de que tudo ficaria bem. Apesar do diagnóstico, nunca me senti com um câncer. Renato Abrão: Como você encarou a questão da vaidade? Daniela Mendes: Sempre fui vaidosa. Sabia que ia perder os cabelos e que os seios não seriam mais os mesmos. Mas acreditar que depois do tratamento ficaria curada está acima de qualquer vaidade. Não perdi a vaidade, reinventei-me: adorava maquiar-me e usar lenços. Isso me deixava confiante e bem.

Renato Abrão: Quando foi que você sentiu que venceu a luta? Daniela Mendes: Senti que venci quando fiz a cirurgia de mastectomia. Dr. Renato sempre me dizia, com confiança, que após a cirurgia eu estaria curada, e tê-lo como médico e amigo sempre me deu 100% de segurança. Gratidão eterna. Bom domingo a todos!

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do JORNAL DA MANHÃ.
O conteúdo é de responsabilidade exclusiva do autor.
DESENVOLVIDO POR Companhia da Mídia