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Uberaba, 16 de junho de 2021 -

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João Eurípedes Sabino

Ei, peraí!

Inaugurei recentemente a seção “Um olhar pela cidade” e, de vez quando trarei aqui algumas situações que você precisa saber. Um exemplo vem a seguir: quem olhar para um alto poste fora de prumo e destacado numa das nossas rodovias vai lembrar (sem comparar) do sujeito que, depois de tomar todas e mais um pouco, tenta se equilibrar. Ao ser advertido para que pare de beber, o bebum se estaca e responde: “Ei, peraí! Eu bêbado? Queísso meu? Cê tá lôco!”

Já tem seguramente dois anos que o aludido poste é nota dissonante entre dezenas de outros, mantidos na vertical naquele trecho. Ou seja, o desprezado elemento está tombado para trás e impossível de não ser visto.

Impossível de não ser visto? Com assim? Então por que o poste não foi colocado na vertical? Será que, quem deveria apruma-lo ou troca-lo, “não lhe viu” depois de tanto tempo? Francamente...

E onde é que está o tal poste? Sabe a BR 262? Pois bem, o longilíneo e magricela metálico, sem duas lâmpadas no topo(que fazem muita falta), está no KM 811, na área verde frontal ao Residencial Morada do Park, em Uberaba (terra das Sete Colinas), Estado de Minas Gerias.

Mas, o que você e eu temos a ver com o tal poste candidato a se estatelar no chão qualquer hora dessas? É que a sofrida população paga seus impostos para não ver um poste avariado, abandonado, desaprumado e largado à própria sorte.

Enquanto isso, dá-lhe a cobrança de pedágio na via!

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do JORNAL DA MANHÃ. O conteúdo é de responsabilidade exclusiva do autor.
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