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Uberaba, 16 de maio de 2022 -

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A importância do jovem na política

A mais recente pesquisa da União Nacional dos Estudantes, feita pelo Instituto Pólis, em 2013, mostra que 54% da juventude considera a política um assunto “muito interessante”. Na mesma pesquisa, os dados ainda apresentam que os demais entrevistados conservam suas dúvidas frente ao assunto: 29% consideram a política um assunto “mais ou menos interessante” e os outros 17%, acham que este tema não é “nada interessante”.

Apesar do número de interessados representar pouco mais da metade, para quem está dentro da militância e sabe das dificuldades de arregimentar adeptos entre o público juvenil, 54% é um índice relevante. É importante ressaltar que a participação maciça de jovens nas manifestações que ocorrem em 2015 e nos demais atos públicos que eclodem pelo país, é um bom sinal de participação política. Porém esta militância pontual não preenche a lacuna do dia-a-dia da luta. A prática política requer uma ação contínua.

Para que o jovem se sinta seduzido a exercer a política, um critério fundamental é desfazer dos preconceitos que cercam esse universo. Não se deve tomar a minoria pelo contexto geral que está em um processo de descrédito aparente. Sair dos aspectos gerais e procurar a profundidade e o conhecimento dentro do assunto faz toda a diferença.

A desinformação para com o assunto “política” gera falsos conhecedores que não têm argumentos para sustentar seus próprios princípios ideológicos. Daí, nasce a importância de adquirir conhecimento através da leitura, da internet e dos demais meios de comunicação.

Os jovens representam o sangue novo para dar um ânimo à política brasileira. E é dessa militância livre de partidos ou ideologias e cheia de sonhos, energia e vontade de fazer que nascerão os futuros representantes de amanhã.

Como quem está neste caminho há quatro anos, peço licença para colocar meus sentimentos aqui, caro leitor. Militar é ter amor pela causa que se abraça. É ver o nosso exemplo contagiar e conquistar outras pessoas para o mesmo caminho, fazendo com que se tornem confiantes e cientes de que podemos mudar a situação para melhor. É um ato de entrega que requer ética e retidão. 

(*) Estudante do 4º período de Jornalismo, membro do parlamento jovem

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do JORNAL DA MANHÃ. O conteúdo é de responsabilidade exclusiva do autor.
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