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Uberaba, 12 de novembro de 2019 -

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Raissa Nascimento

Mães célebres

Já parou para pensar quantas vezes fomos acordados de manhã com uma doce voz dizendo que é hora de ir para escola? Ou talvez, quantos gritos foram necessários para nos tirar da cama para ir trabalhar?

Nossa vida foi uma escolha de Deus, mas o ser mais encantador e merecedor de amor foi quem nos gerou. Aguentou as dores, o cansaço, os enjoos, as crises, os alertas falsos quando ainda estávamos no ventre dela.

Mãe é o ser mais completo que existe. Quem sabe alguns de nós não tivemos a oportunidade de conhecê-la, ou talvez Deus a levou precocemente das nossas vidas. Mas já sonhamos com ela.

Quando crianças, achamos ela tão grande, tão protetora, tão cheia de amor, guardada no carinho, aguentando nossas manhas por um brinquedo novo, por um tempo a mais assistindo desenho ou brincando com os amigos.

Na adolescência quantas perguntas nos fazemos: “Conto ou não conto para ela do meu novo namoradinho (a)?” Dizem que os homens acabam se aproximando mais das mães do que as mulheres. Não vejo assim. A mulher na verdade se acha desafiada a ser tão sensacional quanto sua mãe é. Quem nunca calçou o sapato de salto da mãe para parecer com ela e quem sabe adquirir um pouco da sua elegância?

Ou se não, tem uma mãe que passava tardes bordando, fazendo pão de queijo, bolo de fubá. Ah, como mãe cozinha bem, né? Temos um dia no ano para dizer ao mundo o quanto amamos essas célebres mulheres, mas com certeza ela espera todos os dias uma manifestação de amor.

Mesmo que nossas mães tenham partido antes do nosso planejado sonho de tê-la cuidando dos nossos filhos, podemos guardar o melhor dela enquanto esteve do nosso lado. O melhor de mãe está guardado em cada um de nós.

(*) Jornalista

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