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Uberaba, 18 de novembro de 2019 -

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Manoel Therezo

Preste a essa transformação

Ouvimos que: “A inteligência diferenciada notada em certos animais, é ensaio a evolução humana”. Se esse ensaio levou certos animais à evolução humana, também o mesmo nos deve haver acontecido. O que fomos, não mais nos recordamos de vez que, já se perde nos séculos que nos distanciam daquele começo. O que nos importa agora, saber que somos animais conscientes de que a vida não terá outro sentido que não seja um degrau a subir. Pelo comportamento de certos animais, bem se compreende a sua aproximação da evolução humana. Sabe-se que o instinto genitor está dentro das estruturas de todo animal, não importando o sexo. Mesmo os macacos com suas inteligentes manifestações de amor ao filhote, ainda se encontram um tanto distantes desses ensaios. O que parece estar mais perto dessa transformação, são os Golfinhos. Algumas criaturas julgam-no peixes, quando na realidade, são animais mamíferos. Considerando a distância em que se encontram da nossa evolução, relativamente são tão inteligentes quanto a nós, apenas dotados de um cérebro menor que o nosso, porém, mais pesado que do ser humano. “É o golfinho, um astuto caçador”. Segundo se lê, emite uma sonoridade (ruído) que, ao chegar a qualquer obstáculo, lhe volta como eco, o que lhe permite avaliar a distância e a dimensão do obstáculo à frente. O sistema de comunicação entre eles, quase chega a ser um idioma. Lemos ainda, que o golfinho como todos os mamíferos necessita de oxigênio para viver. Tal circunstância lhe obriga a permanência mais à superfície d’água para lhe facilitar o ato respiratório, procedimento que o faz em média de oito em oito minutos. Há em seu cérebro, dois ativos hemisférios. Quando um entra em dormência, o outro permanece acordado para lhe evitar o afogamento. Seu sexo assim como o do homem, é realizado para a reprodução, mas também o faz por desejo. “Segundo os pesquisadores, os golfinhos têm consciência da morte”. Ao conceber que um seu companheiro apresenta-se estar doente, o leva para algum local mais raso e o trata até que se recupere. Percebe certos momentos. Vimos pelo Facebook, um golfinho socorrendo a um cachorro a certa altura do mar, visivelmente sem força se debatia para não se afogar. Carregando-o em seu dorso, o levou até a um local da praia fora de perigo. “O sistema neurológico dos golfinhos, parece estar muito próximo ao da nossa espécie”. Mesmo assim, ainda há quem o chama de Bicho. Se os seus manifestados são realmente ensaios à evolução humana, pode-se crer que os golfinhos estão prestes a essa transformação. 

Os trechos entre aspas foram extraídos da Internet. Outros, de fontes diversas. 

(*) manoel­_marta @hotmail.com

 

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