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Uberaba, 16 de maio de 2022 -

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Pensamentos e provérbios na pandemia

Em tempo de pandemia e quarentena forçada, nada melhor do que ler livros. O empresário Bill Gates nos inspira com esta ideia: “Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros.” Ora, valendo-nos desta oportunidade, consideremos, com provérbios e ideias extraídas de livros, o momento por que passamos.

Principalmente neste período tão complicado de pandemia, a preocupação das pessoas tem sido não só tentar sobreviver, mas também assegurar a qualidade de vida. O filósofo grego Plutarco já reconhecia: “Ontem foi-se; amanhã pode não vir; o que nós temos é o agora.” Diante disso, vamos desfrutar a vida hoje da melhor forma. A sabedoria popular oferece até uma sugestão: “Quem canta seus males espanta.”

E entendemos que um dos pontos que mais nos incomodam, porque não fazia parte dos hábitos dos brasileiros, é usar máscara de forma preventiva. Porém, aos poucos, acabamos nos acostumando com isso, pois “comer e coçar está no começar”. Como o coronavírus é um vírus respiratório, a máscara ajuda a evitar tanto que se contraia quanto que se dissemine esse vírus, pelo espirro ou tosse. Assim, o essencial é que todo mundo se proteja. E, como diz o provérbio, “antes prevenir do que remediar”.

Talvez essa moda de usar máscaras tenha vindo para ficar. O filósofo Sêneca já ensinava que “a recompensa de uma ação é tê-la feito.” E não é que a assimilação do novo hábito – o uso de máscara – fez com que auferíssemos outros benefícios? De repente, têm ocorrido menos episódios de gripes e resfriados.

Aliás, sempre estivemos de máscara, mas uma máscara diferente daquela que hoje nos protege contra o vírus. Foi isso que sugeriu o ator americano Richard Gere, ao sustentar que “todos nós usamos máscaras. Nunca somos o que parecemos ser.”

E aceitamos a ideia nos submetermos a todos os cuidados, como esse de usar máscara e também o de higienizar corretamente as mãos, por crermos nessas necessidades. “Dos males, o menor.” Entre usar máscara ou ser infectado, ficamos, evidentemente, com a primeira opção. Santo Inácio de Loyola entendia que: “Para os que creem, nenhuma explicação é necessária. Para os que não creem, nenhuma explicação é possível.”

E depois que tudo isso passar, teremos a certeza de que terá valido a pena toda essa cautela. No seu famoso poema “Mar Português”, Fernando Pessoa versejou: “Valeu a pena? Tudo vale a pena/ Se a alma não é pequena.” Com cuidado, resiliência, fé e determinação, sairemos mais fortes e sábios desta crise.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do JORNAL DA MANHÃ. O conteúdo é de responsabilidade exclusiva do autor.
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