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Uberaba, 02 de julho de 2022 -

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Infectologista alerta para possível aumento de casos de síndromes gripais no frio

Além disso, ele aponta que feriados e festas possam ser preocupantes

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15/05/2022 - 00:00:00. - Por Letícia Marra

Com a chegada do tempo frio é esperado o aumento de casos de infecções respiratórias, como gripe e resfriado. Com o número de casos de covid-19 aumentando, os cuidados devem acompanhar essa crescente. “É provável que passemos o [período frio] sem aumento significativo de casos graves, apesar de esperado do aumento de registros”, alerta o infectologista Frederico Zago.

As principais doenças do inverno são as doenças respiratórias transmissíveis, como resfriados e gripes, além do agravamento de outras como rinite, asma, sinusite, otite e pneumonia, pois este período favorece a circulação de vírus e bactérias, já que a temperatura fica mais baixa, o ar fica mais seco e há uma maior tendência em ficar em ambientes fechados.

O infectologista ainda relembra que a máscara, adotada no período pandêmico, é um recurso que não tem data para ir embora. “Época de frio aumenta os casos de influenza, gripe, H1N1. A máscara é algo que veio pra ficar, como é um costume no Oriente, por exemplo, as pessoas que estão doentes já usam máscara”, argumenta.

Segundo estudo do Centro para Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês), o uso de máscara pode bloquear 92,5% das partículas potencialmente infecciosas capazes de escapar, criando um ajuste mais apertado ao redor do rosto.

Além disso, é importante ressaltar que é preciso ter cuidado e atenção com o sistema imunológico. Nesse período de frio, é importante manter a atividade física regular e a boa alimentação, para auxiliar a passar por esses dias sem ter complexos infecciosos e gripais.

Em Uberaba, além da chegada da frente fria, a cidade passou por dois feriados longos e período de festas, o que gerou maior circulação de pessoas. “Deve ter um aumento de casos de Covid-19, por conta do frio, tempo mais seco, dois períodos de feriado e a exposição, que aumentaram a circulação de pessoas”, explica Frederico.

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