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Gás do pré-sal pode ser nova opção para gasoduto, diz Elisa

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05/12/2021 - 00:00:00. - Por Gisele Barcelos

Foto/Divulgação

Alternativa do gás do pré-sal foi colocada à mesa durante reunião com o vice-governador de São Paulo, Rodrigo Garcia

O gás do pré-sal pode ser novo caminho para assegurar a nova matriz energética para a região de Uberaba. A informação é da prefeita Elisa Araújo (Solidariedade), ressaltando que a viabilidade do gasoduto não estaria mais atrelada à construção da fábrica de amônia.

A chefe do Executivo declara que teve acesso a novos estudos sobre a situação do duto e o material demonstra que há novas perspectivas para consolidar o empreendimento. Com isso, a retomada da fábrica de amônia não seria mais essencial para viabilizar a chegada do gás à região do Triângulo Mineiro.

Elisa salientou que o encontro na semana passada com o vice-governador de São Paulo, Rodrigo Garcia, revelou uma possibilidade envolvendo o gás do pré-sal para introduzir a nova matriz energética na região do Triângulo Mineiro. “O gás, que hoje é reinserido no pré-sal, vai ser consumido. O vice-governador já está com essa programação e está elaborando modelo de concessão moderno que vai poder proporcionar o uso desse gás e reduzir o custo [para exploração]. Dessa forma, a gente vai conseguir melhor estruturar essa viabilidade do gás para Uberaba”, posiciona.

Atualmente, o uso do gás do pré-sal ainda é incipiente no país. O combustível é reinjetado quase na integralidade por causa do custo para construir um gasoduto para levá-lo até a costa. O investimento teria de ser feito com capital privado.

Dentro desse contexto, a demanda por GNV para carros e o consumo de indústrias diversas pode ser suficiente para tornar viável a implantação de um ramal do gasoduto até Uberaba.

De fato, outros projetos industriais foram citados na época em que o gasoduto começou a ser discutido, em 2011. Um dos empreendimentos mencionados devido ao fornecimento de gás natural era, inclusive, um novo complexo da Vale Fertilizantes planejado em Patrocínio, denominado de projeto Salitre.

Por outro lado, Elisa não descarta a possibilidade da instalação de uma termelétrica na região, alternativa que começou a ser ventilada a partir da aprovação da Medida Provisória da privatização da Eletrobras, porque o texto inclui o Triângulo Mineiro entre as regiões que serão beneficiadas para a construção de novas térmicas no país. 

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