JM Online

Jornal da Manhã 47 anos

Uberaba, 10 de dezembro de 2019 -

BUSCAR EM TODAS AS SEÇÕES BUSCAR
Buscar

POLÍTICA

Romeu Zema quer agilizar projeto que viabiliza 13º do funcionalismo

Governador posicionou que não poupará esforços junto aos deputados federais par agilizar votação do projeto que viabiliza recursos para o pagamento do 13º

19/11/2019 - 00:00:00. - Por Gisele Barcelos Última atualização: 19/11/2019 - 07:29:18.

Reprodução


Romeu Zema defendeu ainda a privatização da Cemig e acusou gestões passadas de sucatear a estatal

Em entrevista ontem a rádio em Belo Horizonte, o governador Romeu Zema (Novo) posicionou que não poupará esforços junto aos deputados federais par agilizar votação do projeto que viabiliza recursos para o pagamento do 13º salário do funcionalismo em dezembro. 

Zema cobrou rapidez dos parlamentares para votar o projeto de lei referente à antecipação dos royalties do nióbio, em tramitação na Assembleia Legislativa. De acordo com o governador, os deputados estaduais estão sensíveis à demanda e a confirmação da data de liberação do benefício depende da votação em plenário. “Meu maior sonho é colocar o pagamento do 13º salário do funcionalismo em dia. Sempre fui empresário e paguei meus funcionários em dia. Quando você não paga em dia, afeta negativamente a vida das pessoas. O último governo foi muito irresponsável”, disse.

A expectativa é que a tramitação da proposta seja finalizada hoje nas comissões internas da Assembleia para entrar na pauta de votação, em primeiro turno, amanhã. A conclusão da apreciação em plenário deve ser concluída até a primeira semana de dezembro, conforme cronograma apresentado pela Mesa Diretora da Casa.

Além disso, na entrevista, o governador defendeu a privatização da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) e acusou gestões passadas de sucatear a estatal. “A Cemig não é mais a mesma que era nos anos dourados. O Estado a sucateou muito. Quem afirma que ela não precisa ser privatizada é quem está dentro do gabinete, com ar-condicionado. Eu tenho rodado muito e vejo que muitas cidades e bairros sofrem com quedas constantes de energia, pois falta estrutura, e o Estado, do jeito que está com dívidas, não possui recursos para arcar com os investimentos necessários”, argumentou. 

Zema afirmou ainda que a companhia necessita de R$21 bilhões em investimentos para se recuperar, mas o Estado não tem condições de arcar com o montante. “É até uma questão de ética. É como se um sujeito tivesse cinco carros, mas devesse seus funcionários. Ele precisa vender um ou dois carros e arcar com seus compromissos”, comparou.

Leia mais

DESENVOLVIDO POR Companhia da Mídia