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POLÍTICA

Justiça Eleitoral alerta para falsidade de e-mails sobre o cancelamento de títulos

Mensagens são falsas e, provavelmente, estão sendo usadas por criminosos para coletar informações das pessoas e aplicar possíveis golpes

15/09/2019 - 00:00:00. - Por Thassiana Macedo

Eleitores têm entrado em contato com a Justiça Eleitoral relatando ter recebido mensagens de e-mail ou via aplicativos de smartphones informando que seus títulos de eleitor seriam cancelados. Esses comunicados pedem que o cidadão atualize a sua situação cadastral por meio de um link de origem duvidosa. Porém, essas mensagens são falsas e, provavelmente, estão sendo usadas por criminosos para coletar informações das pessoas e aplicar possíveis golpes. 

Neste sentido, a Justiça Eleitoral alerta que nunca utiliza e-mails ou mensagens de smartphones para fazer comunicados aos eleitores, bem como não faz atualização de cadastro por estes meios. Apenas os inscritos como mesários podem receber avisos eletrônicos enviados por Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) e somente mediante prévia autorização do interessado.

Em caso de dúvida, para consultar a situação cadastral, o eleitor precisa se dirigir ao cartório eleitoral, que em Uberaba fica na rua Lauro Borges, nº 97, bairro Estados Unidos, ou acessar o Portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na internet: www.tse.jus.br. A página contém a seção “Serviços ao Eleitor”, onde é possível verificar a situação cadastral do título, validar documentos e consultar o local de votação. Vale lembrar ainda que para realizar qualquer atualização nesse cadastro é essencial que o eleitor compareça pessoalmente ao cartório, munido de seus documentos pessoais, para realizar a mudança de informações. 

O TSE ressalta que não autoriza nenhuma outra instituição a enviar comunicados eletrônicos em seu nome. Quaisquer mensagens de e-mail ou aplicativos de smartphones que os eleitores tenham recebido, como sendo enviadas pela Justiça Eleitoral, devem ser ignoradas e imediatamente apagadas, com o cuidado de não se clicar em links, nem acessar os respectivos endereços eletrônicos que aparecem nos falsos comunicados.

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