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Uberaba, 21 de agosto de 2019 -

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POLÍTICA

Lideranças classistas se queixam da lei de preservação do patrimônio a vereador

Os dirigentes reclamam que legislação cria um número exagerado de imóveis tombados ou inventariados na cidade

17/07/2019 - 00:00:00. Última atualização: 17/07/2019 - 07:29:41.

Divulgação


Vereador Rubério Santos em reunião com os presidentes da CDL, Ângelo Crema, e da Aciu, José Peixoto

O vereador Rubério Santos (MDB) se reuniu em seu gabinete os presidentes da Câmara de Dirigentes Lojistas, Ângelo Crema, e da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Uberaba, José Peixoto, para tratar da Lei 10.717/08, que estabelece normas de proteção do patrimônio cultural do município de Uberaba e dá outras providências. 

Os dirigentes reclamam que essa legislação cria um número exagerado de imóveis tombados ou inventariados na cidade. Só de imóveis particulares tombados são 178 em Uberaba. Em outras cidades, como Araxá e Uberlândia, esse número não chega a 10% desse total. Isso impede o desenvolvimento da região central da cidade. “O centro de Uberaba está podre”, sentenciou Peixoto, tendo em vista o grande número de imóveis sem reforma por falta de incentivos.

Crema informou que por conta da lei estão parados pelo menos três grandes projetos de construção de corredores comerciais, com várias lojas com três cômodos e banheiros comuns, que poderiam gerar dezenas de empregos. 

Rubério se colocou à disposição, considerando preocupante o fechamento de lojas no centro e o aumento do desemprego. “Medidas precisam ser tomadas. As leis devem ajudar a população e não complicar sua vida. Por outro lado, preservar é muito importante, mas com bom senso”, afirmou o vereador.

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