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POLÍCIA

Homem preso com crack é suspeito de ter matado servidor no Mercês

Suspeito de matar servidor público Vitor Caixeta Gomes, 48 anos, conhecido por Vitinho, na madrugada de segunda-feira, chegou a ser preso pela Polícia Militar na noite do mesmo dia

- Por Renato Manfrim Última atualização: 24/01/2018 - 10:48:20.

Foto/Divulgação


Droga e dinheiro localizados com o suspeito detido pela Polícia Militar na avenida Dom Luis Santana

Suspeito de matar servidor público Vitor Caixeta Gomes, 48 anos, conhecido por Vitinho, na madrugada de segunda-feira, chegou a ser preso pela Polícia Militar na noite do mesmo dia, em terreno da avenida Dom Luis Maria Santana, bairro Santa Marta; local considerado pela PM de intenso tráfico de drogas. Contudo, ele acabou liberado por falta de provas.

Inicialmente, o homem foi abordado com 15 pedras de crack, sendo preso por tráfico, mas depois os militares desconfiaram de ser o suspeito de matar ‘Vitinho’. Conforme a PM, a motivação do homicídio teria sido ciúme, sendo que a vítima teria ‘flertado’ com a companheira do suspeito. Testemunhas que estavam próximas ao local do homicídio (residência da vítima situada avenida Alexandre Barbosa, bairro Mercês) relataram à PM que o suspeito é um dos ‘flanelinhas’ que ficam no entorno do prédio da Prefeitura.

Ainda de acordo com a PM, a princípio o suspeito negou a autoria, entretanto, o mesmo apresenta ferimento do lado esquerdo do rosto e, ao ser questionado, disse que se envolveu numa briga durante a madrugada. Diante disto, além de outros indícios colhidos pela guarnição, o detido foi considerado o provável suspeito do homicídio de Vitinho. Ainda segundo registro da PM, mais envolvidos podem ter participado do crime.

A prisão do suspeito aconteceu graças ao trabalho conjunto do tático móvel e setor de Inteligência do 67º BPM. Onde o suspeito foi localizado, diversos usuários utilizam uma espécie de guarita como abrigo para o uso de drogas. Com o detido foram localizadas 15 pedras de crack e a quantia de R$19,00 em notas de R$2,00 e uma nota de R$5,00. O detido foi surpreendido comercializando os entorpecentes aos usuários.

Com ele, também foram apreendidas 2 mochilas e uma corrente verde com dourado que serão periciadas de forma a elucidar o homicídio. 

Detido nega o crime e acaba liberado na delegacia por falta de provas. Na Delegacia de Plantão, o suspeito, que tem 27 anos e é de Uberlândia (MG), negou o homicídio e, após ser ouvido, foi liberado por falta de provas. Foi feito o TCO (Termo Circunstanciado de Ocorrência).

Segundo informações do delegado responsável pela DHPP, Cyro Outeiro, o suspeito acabou sendo autuado pelo delegado de plantão por porte e uso de drogas. “Agora vou investigar se ele tem alguma relação com o crime. Temos o primeiro nome de outro suspeito, mas ainda não o identificamos. Ainda não ouvi nenhuma testemunha, sendo que o inquérito policial está no início”, relatou Cyro.

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