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Uberaba, 20 de outubro de 2021 -

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Lavador de carros acaba preso após atirar em homem no Residencial 2000

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14/10/2021 - 00:00:00. - Por Carlos Paiva

Foto/Divulgação

Suspeito acabou preso e a ex-companheira dele pediu para que fosse solto sob o argumento de que ninguém falaria contra ele no bairro

Lavador de carros de 24 anos foi preso por porte ilegal e disparo de arma de fogo, na rua 17 do Residencial 2000, na noite de terça-feira (12). Ele também teve um revólver e uma moto apreendidos. A ex-companheira do autor disse aos policiais militares que ninguém no bairro daria informações e pediu para que liberassem o autor.

No plantão da Polícia Civil, o lavador de carros teve a prisão em flagrante ratificada e, depois de autuado, foi encaminhado à Penitenciária Professor Aluízio Ignácio de Oliveira, onde está à disposição da Justiça estadual.

Ele tem passagens por tráfico de drogas, assalto, formação de quadrilha e responde a seis inquéritos policiais em Uberaba e Luz (MG).   

Segundo registro policial, o Centro de Operações da Polícia Militar (Copom-190) recebeu chamado informando que o lavador de carros estava no Residencial 2000 atirando em direção de pessoa que estava próxima a uma mulher e a outras pessoas. 

Policiais militares da 147ª Companhia do 4ºBPM avistaram o autor em motocicleta Honda CG125 Titan, cor prata, placa GYK-3667 e deram início à perseguição. Em dado momento, o lavador de carros caiu ao solo e foi contido e preso. Ele portava um revólver calibre 38, marca Rossi, de duas polegadas e com capacidade para cinco tiros.

O lavador de carros explicou que teve um desentendimento com homem que o agrediu com um soco e esse indivíduo estaria na companhia de sua ex-companheira. Também disse que efetuou dois disparos em direção ao tal indivíduo, que alega não o conhecer. Ele também afirma que os tiros não acertaram ninguém.

Os militares procuraram pela suposta vítima dos disparos de arma de fogo, mas não a encontraram e ninguém quis informar quem seria o indivíduo. Apenas disseram que ele se evadiu e que não chegou a ser ferido.

A ex-companheira do lavador de carros chegou ao local da prisão e pediu para que os policiais militares o liberassem, pois naquele bairro ninguém falaria com a Polícia Militar. 

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