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Uberaba, 22 de setembro de 2019 -

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POLÍCIA

Treinador de escolinha de futebol é acusado de abusar seis crianças

Caso ocorreu em BH e, para atrair os menores, o suspeito pagava entre R$ 5 a R$ 10, além de usar da influência como treinador

20/08/2019 - 00:00:00.

A Polícia Civil de Belo Horizonte investiga um treinador por abusar sexualmente de pelo menos seis crianças e adolescentes. O homem, de 56 anos, trabalha em uma escolinha de futebol. O crime, conforme a delegada Ana Patrícia Ferreira França, acontecia dentro do campo, no vestiário e em outros locais de um clube no bairro Braúnas, onde as aulas eram ministradas.

Segundo a investigação, para atrair os menores, o suspeito pagava entre R$ 5 a R$ 10, além de usar da influência como treinador. Ele está preso preventivamente. O caso veio à tona na última semana.

De acordo com a polícia, o suspeito teria confessado que tocou nos órgãos genitais de uma das vítimas e negou os demais crimes. Entretanto, segundo a delegada, os relatos dos menores indicam que houve, inclusive, conjunção carnal com um dos jovens.

As quatro vítimas que denunciaram os abusos foram ouvidas pela Polícia Civil e, após os depoimentos, a corporação identificou os outros dois adolescentes que também teriam sido molestados.

Segundo os menores, os estupros ocorriam desde setembro de 2018, mas o caso só foi descoberto porque um dos jovens mudou o comportamento dentro de casa. “Uma das vítimas estava mais retraída, chorosa e se negou a ir para o campo de futebol. Os pais conversaram com essa criança, e ela acabou contando os fatos”.

A investigadora não descarta que o suspeito tenha feito mais vítimas. Por isso, ela pediu que os pais dos jovens que eram alunos do treinador procurem a Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), caso desconfiem de que os filhos possam ter sido abusados pelo homem.

Como o caso ainda não foi concluído, a polícia não sabe desde quando o suspeito abusava dos meninos. "Ainda não identificamos todas as vítimas e pode ser que esses fatos vinham ocorrendo a mais tempo", disse a delegada.

*Com informações do Hoje em Dia 

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