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ESPORTE

Apesar de parceria frustrada, McLaren deixa as portas abertas

O diretor-executivo da escuderia McLaren, Zak Brown, nunca escondeu a insatisfação com o trabalho da Honda, parceira da McLaren nos últimos três anos

Última atualização: 28/12/2017 - 07:59:36.

Foto/Divulgação

Equipe McLaren passou longe das primeiras posições enquanto esteve equipada com motores Honda

O diretor-executivo da McLaren, Zak Brown, nunca escondeu a insatisfação com o trabalho da Honda, parceira da McLaren nos últimos três anos. No entanto, o chefe da equipe de Woking avaliou que jamais tratou a fabricante japonesa em tom bélico e condenou a forma que a Red Bull e a Renault - parceira da McLaren para 2018 - discutiram publicamente seus problemas, com direito até a Cyril Abiteboul botando dedo na cara de Helmut Marko.

Para Brown, a McLaren deixou as portas abertas com a Honda e, além disso, não passou uma imagem ruim para as demais fabricantes.

"Poderemos voltar a correr ao lado da Honda um dia e não queríamos acabar com a relação. Além disso, não gostaríamos de passar uma imagem ruim em relação ao modo que nos comportamos quando as coisas começam a dar errado", disse o dirigente à revista norte-americana 'Racer'.

O norte-americano condenou a forma com que a Red Bull tratou de seus problemas com a Renault, citando o fato dos austríacos estarem bem melhores que os britânicos no campeonato e, mesmo assim, reclamando e discutindo mais.

"Se observarmos a outra parceira da Renault, vemos que a relação não é das melhores. Ganham corridas e o que se vê na televisão são discussões acaloradas. Enquanto isso, a gente nem terminava algumas corridas e estava lá aparecendo apertando as mãos da Honda", seguiu.

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