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- Por Sandra de Souza Batista Abud Última atualização: 30/09/2010 - 19:45:12.

O Brasil ocupa o 5º lugar em mortes por acidentes de trânsito. Estão na frente dos brasileiros os Estados Unidos, a Índia, a China e a Rússia.

• Pesquisadores da Escola de Economia de Paris revisaram um estudo feito com 19 mil europeus e concluíram que aqueles que dão maior importância a comparar seu salário são mais infelizes. E os que usam amigos e familiares como referência estão duas vezes mais insatisfeitos. É mais interessante equiparar-se aos colegas de trabalho para avaliar  se o seu salário é justo.

• Nota dez para o riso. Cada vez que você ri ...fica relaxado por no mínimo 45 minutos, já que o corpo reage à gargalhada liberando endorfina, uma substância que promove o bem-estar; manda sua dor temporariamente embora, pois a produção de serotonina é acelerada. Ela funciona como uma espécie de analgésico natural, sem prescrições ou efeitos colaterais; seu coração fica mais forte. Estudos recentes da Universidade de Maryland, em Baltimore (EUA), indicam que rir com frequência pode diminuir em até 40% as chances de um problema cardíaco; os pulmões ficam mais limpos, já que a risada exige melhor ventilação pulmonar, eliminando assim o excesso de dióxido de carbono e vapores residuais do órgão, deixando-o muito mais saudável; o sistema imunológico se fortalece. De acordo com cientistas da Universidade de Loma Linda, na Califórnia (EUA), a gargalhada faz aumentar a produção e a atividade no corpo das chamadas células NK (Natural Killers ou Assassinas por Natureza, em português). Apesar do nome assustador, elas só fazem bem ao organismo, já que destroem vírus e até tumores; sua digestão melhora, pois o movimento muscular da risada acelera o sistema gastrointestinal, o que contribui para a beleza da pele e dos cabelos.

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• Filhos com mãe com enxaqueca têm probabilidade cinco vezes maior de apresentar a mesma patologia. Retraimento, agressividade e outros problemas emocionais são mais comuns em crianças com queixas de dor de cabeça. Essa é uma das conclusões da tese de doutorado defendida pela psicóloga Luciana Leonetti, na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, em Ribeirão Preto. A pesquisadora avaliou 75 crianças com idade entre 3 e 5 anos, das quais 38 apresentaram queixa de dor de cabeça, segundo relato de suas mães. A pesquisadora constatou que, além dos problemas de comportamento, essas crianças se queixaram de desconforto em relação à intensidade de som, luz e movimento. Segundo a psicóloga, esses sinais muitas vezes aparecem nos primeiros meses de vida, podendo ser um importante indicador de dor de cabeça em fases posteriores de desenvolvimento.

 

(*) psicóloga clínica
sandrasba@uol.com.br

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