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O adeus ao horário de verão e outras medidas

Finalmente podemos ouvir, e no horário certo, o canto dos galos – o melhor despertador – anunciando a manhã

12/11/2019 - 00:00:00. - Por Mário Salvador

Finalmente podemos ouvir, e no horário certo, o canto dos galos – o melhor despertador – anunciando a manhã e despertando o trabalhador para a lida. Mês que vem entraremos no verão, mas, desde já, estamos sem o excêntrico Horário de Verão, pois uma das primeiras medidas do presidente Bolsonaro foi abolir essa prática, que redundava numa insignificante economia de energia elétrica (função de Horário de Verão) e, em contrapartida, causava-nos demasiado transtorno.

Nos dias de hoje (com o horário normal), às cinco horas, o dia já está bem claro. E às seis, em alguns dias, já é possível apreciar os raios de sol. Numa comparação, quase ao final do Horário de Verão era comum estudantes, professores e demais trabalhadores do turno matutino se dirigirem para a escola e outros locais de trabalho com o dia ainda bem escuro.

Eu via como um erro o fato de não haver um controle bastante racional do Horário de Verão, incluindo o tempo de duração. Como às sete da manhã ainda estava escuro, gastava-se, com a iluminação de ruas, espaços públicos, residências, indústria e comércio, a energia que deveria ser economizada.

Com o fim da prática do Horário de Verão, os relógios não foram mais adiantados uma hora. Mas a tecnologia fez com que relógios de celulares e de computadores adiantassem uma hora, automaticamente. Assim, ao invés de adiantarmos os relógios, este ano nós tivemos que atrasá-los para ficarem certos. Os distraídos (e não foram poucos) chegaram mais cedo ao trabalho ou à escola, além de perderem uma hora de sono. Salvo melhor juízo, os problemas com esses relógios já foram sanados. E estamos vivenciando o horário real.

Além de abolir o famigerado Horário de Verão, Bolsonaro vem tomando outras medidas importantes para o país. A reforma da Previdência Social, por exemplo, que aparentemente pode prejudicar muitos trabalhadores, acabará com privilégios muitíssimo especiais, como a aposentadoria de políticos, que, com oito anos no exercício do mandato, se aposentavam recebendo gordo salário a vida inteira e ainda deixando-o de herança para os dependentes.

Um teto máximo de salário para os novos aposentados, bem abaixo dos altos salários com que se era possível aposentar, e o aumento da idade para alcançar a aposentadoria vão assegurar a sobrevida do sistema previdenciário, cuja falência seria inevitável se ele continuasse nos antigos moldes. 

Roubos e desvios de dinheiro público, no plano federal, cessaram. Ufa! E muitos dos homens públicos à frente do país são confiáveis – novidade há muito ansiada pelos brasileiros. Além disso, estamos nos beneficiando com os efeitos de inúmeras medidas boas. E ganhando o país, ganhamos todos.

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