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Vacinação de crianças de 5 a 11 anos sem comorbidade começa no dia 26

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22/01/2022 - 00:00:00. - Por Luiz Henrique Cruvinel

Foto/Jairo Chagas

Na segunda-feira serão imunizadas crianças de seis anos ou mais; na terça, de cinco ou mais com comorbidade ou deficiência permanente, e na quarta será aberta para crianças com 11 anos em geral

A vacinação irrestrita do público de 5 a 11 anos em Uberaba contra a Covid-19 deve ter início na quarta-feira (26), observando a idade maior para menor. O cronograma foi acelerado pela baixa procura de crianças com comorbidades e deficiência permanente aos imunizantes, fato registrado e noticiado pelo Jornal da Manhã nesta semana. A previsão é da responsável técnica da Central de Vacinas, Priscilla Amaral, em entrevista à Rádio JM, nessa sexta-feira.

Priscilla explica que o avanço das faixas etárias só foi possível pela surpreendente baixa procura das crianças com comorbidades ou deficiências permanentes. Ela entende que é um reflexo da desinformação alastrada sobre as vacinas, como efeitos colaterais danosos, já descartados e desmentidos por órgãos de Saúde.

“O público é pequeno mesmo, cerca de 5% a 8% do contingente total, mas está muito aquém do esperado. A gente ainda esperava um pouco mais. Decepcionante não é a palavra, porque conseguimos vacinar com qualidade, dar orientações, conversar com as mães, aplicar em acamados, mas a gente esperava um pouco mais. Achei que a procura seria maior. Infelizmente, em função de informações deturpadas, as mães estão com receio de vacinar os filhos e isso atrapalha o processo”, explica Priscilla Amaral.

Desta forma, quando a vacinação para todas as crianças for, de fato, iniciada em Uberaba, além do aumento de pontos de aplicação, a SMS (Secretaria Municipal de Saúde) pretende adotar outras maneiras de levar a imunização, seja pela escola ou pela busca ativa.

Uma das sugestões é a de colocar pontos nos centros urbanos, mas a ideia, segundo a responsável técnica, vai de encontro ao definido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O órgão entende que a vacinação infantil deve ser feita com prioridade à qualidade, e não à quantidade. É necessário que o aplicador tenha sensibilidade de explicar, conversar e tirar as dúvidas das mães no momento da imunização, de acordo com Priscilla. 
 

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