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Uberaba, 15 de maio de 2021 -

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Trabalhadores propõem criação de auxílio emergencial municipal e exigem audiência pública para discutir o enfrentamento à covid-19

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10/04/2021 - 18:12:55. - Por Luiz Henrique Cruvinel Última atualização: 10/04/2021 - 18:13:46.

Foto/Divulgação FTU

O Fórum dos Trabalhadores de Uberaba (FTU), representante dos principais sindicatos da cidade, divulgou, nesta sexta-feira (9), um comunicado exigindo ao poder Legislativo a convocação de audiência pública virtual para tratar das medidas de enfrentamento da pandemia em Uberaba. 

O Fórum argumenta ser necessário um “debate amplo e democrático” entre Sociedade Civil Organizada, Câmara de Vereadores, Ministério Público de Minas Gerais e Prefeitura Municipal para garantir apoio aos pequenos empresários e diminuir os impactos socioeconômicos do período.

Além da convocação, o FTU propõe a criação de sete medidas “urgentes e essenciais”. Entre elas, estão a criação de um auxílio emergencial municipal aos trabalhadores desempregados e às famílias mais vulneráveis; a implantação imediata de medidas de apoio direto com incentivo tributário aos trabalhadores autônomos e a suspensão dos recolhimentos de impostos, tributos e pagamento do consumo de água dos desempregados.

De acordo com o diretor regional do Sindicato das Escolas Particulares de Minas Gerais (Sinpro), Marcos Mariano, a decisão de pressionar a administração municipal é para melhorar a comunicação e a transparência das medidas de enfrentamento à covid-19 adotadas.

“O município pode chegar e falar: ‘olha, todas as exigências são impossíveis’, mas nós queremos um diálogo. Nós temos clareza que se houver uma gestão mais participativa, a gente pode conversar com as igrejas, centros espíritas… existe uma enorme onda de prestação de serviços em Uberaba que muitas vezes, por não ter uma gestão que as alcance, não alcançam o ponto final. Queremos potencializar essa organização de assistência social emergencial. Nós queremos, de forma muito democrática, resolver os problemas das consequências da pandemia”, argumenta Marcos.

Além disso, o presidente do Sinpro revela que caso a Câmara não realize a audiência, o próprio FTU fará a convocação. Na análise de Marcos, essa atitude não deve ser encarada como aum posição política, mas como contribuição à realidade dos pequenos empresários e comerciantes.


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