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Medidas para atrair empresas para o Parque Tecnológico incluem desconto e doação de área

Mudança no Conselho Deliberativo prevê participação da sociedade

02/12/2019 - 00:00:00. - Por Raiane Duarte

Divulgação

O modelo de gestão do Parque Tecnológico pode sofrer mudanças a partir de 2020. Atualmente o Parque Tecnológico de Uberaba tenta trazer empresas para a cidade e para isso disponibiliza atrativos. Entre os incentivos, estão descontos ou até a doação de área para receber o empreendimento, ou isenção do ISSQN na obra, do IPTU e ITBI. Porém, não são todos os tipos de empresas que podem se candidatar.

O secretário de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Inovação, José Renato Gomes explicou que a Lei Municipal de Incentivos avalia 12 critérios para verificar a importância do investimento da empresa interessada. A partir de um questionário, que é transformado em pontos, são definidos os incentivos que a empresa irá receber.

“A lei possibilita, entre diversos outros incentivos, desconto ou até a doação de área para receber o empreendimento, ou isenção do ISSQN na obra, do IPTU, ITBI, mas como foi dito, a pontuação é que determina os incentivos”, explica José Renato Gomes.

Quanto ao espaço específico do Parque Tecnológico o secretário afirma que é uma área significativa, porém atualmente os esforços estão sendo concentrados para receber empresas próximas aos eixos centrais das tecnologias. “Não teremos dificuldades em receber investimentos que tenham características de inovação e que passem pelo crivo do Conselho Gestor do Parque Tecnológico, que hoje é o conselho que avalia o perfil da empresa para se instalar no Parque, mas o foco é ter perfil de inovação e tecnologia”.

A Prefeitura de Uberaba também anunciou recentemente a construção do Centro de Inovação, local apropriado para instalação de startups que podem utilizar o espaço de coworking e terão área adequada para interagir com meio acadêmico, empresarial e a comunidade.

Mudanças na gestão

Na última semana, o secretário e seus assessores participaram de uma reunião na Aciu onde expuseram as propostas de mudança de gestão, alicerçada principalmente na criação de um Conselho Deliberativo com participação efetiva da sociedade civil organizada. O modelo inclui cinco representantes do Poder Público e 11 da iniciativa privada, aí incluídas as universidades que já operam no Parque, Fiemg, Sebrae, CDL e a própria Aciu.

Leia também: Equipe do Parque Tecnológico tenta emplacar projetos a serem financiados pela Fapemig 

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