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CIDADE

Faltas prejudicam mutirão de ultrassom obstétrico no Caism

Nos dois primeiros sábados, cerca de 60% dos agendamentos confirmados por telefone não foram cumpridos pelas pacientes

18/08/2019 - 00:00:00. Última atualização: 18/08/2019 - 18:42:48.

Reprodução


Sheron Hellen da Silva, chefe da Atenção Especializada, diz que a falta não justificada, principalmente após a pessoa já ter confirmado presença, representa prejuízo para o município e para a população

Secretaria de Saúde realiza desde o dia 3 de agosto o mutirão de ultrassom obstétrico para atender gestantes. Contudo, apenas cerca de 40% das marcações são cumpridas, o que tem prejudicado o trabalho. As datas de realização do ultrassom foram 3 e 10 de agosto, no Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (Caism), que fica na avenida Leopoldino de Oliveira, 1.160, e o próximo dia agendado será 24 de agosto. 

A meta, de acordo com informações Departamento da Atenção Especializada, é realizar 120 exames/mês, além dos 160 procedimentos já realizados no Caism, dessa forma, atendendo 280 gestantes/mês. No entanto, as faltas têm dificultado os trabalhos.

Para os dias 3 e 10 de agosto foram realizados 80 agendamentos, com contato telefônico e confirmação das 80 pessoas para realização do exame, mas apenas 30 pessoas compareceram. Já no caso de consultas e procedimentos laboratoriais, como hemogramas e exames de urina, entre outros, de 1.800 confirmações agendadas para a segunda-feira, dia 12 agosto, apenas 754 realizadas. Ou seja, 1.046 exames, consultas ou procedimentos deixaram de ser feitos. 

A chefe da Atenção Especializada, Sheron Hellen da Silva, destaca que a falta não justificada, principalmente após a pessoa já ter confirmado presença, representa prejuízo para o município e para a população, pois outras pessoas poderiam ser atendidas no lugar do faltante. “A maior importância dessa ação é agilizar o exame para melhor acompanhamento da evolução da gestação e a saúde do feto. Com o exame em mãos, o médico complementa a avaliação clínica, pode detectar malformações ou doença genética, além de dar vazão para a fila eletrônica. A paciente que falta sem justificar precisa repetir todo o processo de passar pela consulta para entrar novamente na fila e realizar o exame”, ressalta Sheron.

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