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CIDADE

Segunda etapa de vacinação contra a febre aftosa acontece em novembro

Produtor rural deve apresentar CPF e identidade nas lojas de revendas de produtos veterinários

- Por David Tschaikowsky Última atualização: 03/11/2016 - 08:53:08.

Segunda etapa de vacinação anual do rebanho mineiro contra a febre aftosa começou na última terça-feira (1º). O prazo final para vacinação dos bovinos e bubalinos com idade de zero a 24 meses é no fim do mês, mas a declaração pode ser feita até dia 10 de dezembro. A primeira etapa ocorreu em maio deste ano, quando foram vacinados na regional 1,8 milhão de cabeças, atingindo índice de 99,67%.

O Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) prevê que nesta etapa serão vacinados cerca de 9,6 milhões de animais no estado. Para adquirir a vacina é necessário que o produtor rural apresente CPF e identidade nas lojas de revendas de produtos veterinários. O produtor que não vacinar seu gado estará sujeito a ser penalizado com multa de 25 Unidades Fiscais do Estado de Minas Gerais (Ufemgs) por animal, o equivalente a R$ 75,27 por cabeça.

Minas Gerais possui o segundo maior rebanho bovino do país com cerca de 23,5 milhões de animais, de acordo com os registros do IMA. É o maior produtor de leite do país com 9,1 bilhões de litros/ano. São vinte anos completados em 2016 sem registros de ocorrência de focos de febre aftosa. Segundo o IMA, a legislação determina que os produtores rurais comprovem a vacinação dos seus animais no site do instituto.

Para o coordenador regional do IMA, Rony Adolfo Hein, a perspectiva é conseguir uma média acima de 99,5% de vacinação como tem acontecido todos os anos. “Conclamamos novamente o produtor para que vacine todo seu rebanho na faixa etária, independentemente do sexo, de zero a 24 meses. Os índices de vacinações altos, o trabalho de defesa sanitária e a conscientização do produtor que vêm vacinando seus animais colaboraram e muito para o status de área livre com vacinação”, enfatiza Rony.

Ainda segundo o coordenador regional, é importante manter o gado vacinado, pois o comércio todo de produtos a nível internacional é feito justamente porque os produtos oriundos da agropecuária são balizados também pela defesa sanitária. “Se ocorrer algum caso de febre aftosa causará um prejuízo muito grande”, alerta Rony.

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