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Servidores de órgãos federais vão se deslocar por aplicativo de transporte

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03/12/2020 - 16:48:49. Última atualização: 03/12/2020 - 16:50:24.

Foto/Reprodução

Servidores da Advocacia Geral da União (AGU) atuantes em Belo Horizonte deixaram os carros oficiais e passaram a usar o TaxiGov.br – programa desenvolvido pelo Ministério da Economia (ME) que adota o transporte por aplicativo para o deslocamento dos funcionários. O TaxiGov contempla o transporte de servidores que ocupam cargos administrativos e precisam se deslocar para eventos diversos. Além disso, o planejamento e a relação de quais setores receberão o programa ficará a cargo de cada órgão.

BH é a quinta capital a implementar o modelo, e a meta é que até o fim do ano outros 25 órgãos também adotem o serviço. O Ministério da Economia estima que vai poupar cerca de R$ 14,3 milhões por ano só na cidade.

“Queremos chegar a esses 25 órgãos ainda neste ano. Utilizamos a AGU como piloto para testar o aplicativo, ver se ele funciona bem, se responde aos prazos estabelecidos na licitação. Mas isso é uma etapa rápida, em pouco tempo já teremos feito todos os testes, os ajustes necessários para poder expandir aos outros órgãos”, afirmou Cristiano Heckert, secretário de Gestão do Ministério da Economia.

Segundo ele, o modelo funciona por meio de um processo licitatório, em que a vencedora terá que desenvolver um aplicativo exclusivo para os servidores. No caso de BH, uma cooperativa de táxi foi licitada.

“A licitação é aberta e baseada pelo preço do quilômetro rodado, mas ela traz a obrigatoriedade de oferecer o aplicativo. Os servidores que forem usar o instalam, são cadastrados no nosso sistema e usam quando houver necessidade”, explicou Heckert. A frota substituída será leiloada, e o dinheiro, arrecadado pela União.

Heckert explicou que o ME também criou mecanismos de fiscalização para evitar o uso indevido do aplicativo. “Vamos cadastrar os servidores, aí teremos total rastreabilidade dos deslocamentos. Conseguiremos monitorar se são pessoas autorizadas e faremos uma auditoria para ver se os deslocamentos fazem sentido”, pontuou.


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