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Uberaba, 17 de agosto de 2019 -

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Confira as profissões que terão mais espaço na indústria até 2023

Habilitados a operar robôs, especialistas em programas computacionais e pesquisadores de engenharia são algumas das ocupações

13/08/2019 - 00:00:00. Última atualização: 13/08/2019 - 15:15:25.

Uma pesquisa feita pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) traçou o Mapa do Trabalho Industrial 2019-2023. Profissionais habilitados a operar robôs, especialistas em programas computacionais e pesquisadores de engenharia são algumas das ocupações que vão experimentar forte avanço nos próximos quatro anos.

Essas "novas" profissões vão crescer 22,4% até 2023. É o caso de condutores de processos robotizados. Já a demanda por pesquisadores de engenharia e tecnologia deverão ter avanço de 17,9%, seguido por especialista em comunicação de dados, com crescimento de 15%.

Por outro lado, aponta o Senai, o crescimento médio para todas as ocupações industriais é de 8,5%. Na opinião de Rafael Luchesi, diretor-geral do Senai, há uma expressiva ampliação de empregos ligados à intensidade tecnológica.

“Esse resultado reflete as mudanças na indústria, com a automação do processo de produção. Nas fábricas, as máquinas têm se tornado mais complexas, o que exige um maior conhecimento dos profissionais capazes de operá-las. Ocupações que têm a tecnologia como base serão as com o maior crescimento. O mundo vive a 4ª revolução industrial e o estudo mostra que o Brasil está cada vez mais inserido nesse mundo”, afirma Luchesi.

E a demanda por esses profissionais vem de diferentes áreas. Destaque para companhias que atuam com pesquisa e desenvolvimento, metalomecânica, construção, logística, alimentos e informática, entre outros.

Luchesi lembra que o interesse da indústria por profissionais com maior conhecimento tecnológico também ocorre no setor de serviços. Ele cita a área de saúde e seguros. Mas há desafios, aponta o diretor. Ele lembra que será preciso qualificar 10,5 milhões de trabalhadores nos próximos anos com cursos de nível superior e técnico. Desse total, 22% estarão ainda entrando no mercado pela primeira vez.

*Com informações O Globo 

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