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Nasa pretende enviar uma mulher e um homem para a lua em 2024

A operação foi batizada de Ártemis, deusa da caça, das florestas e irmã de Apol

16/06/2019 - 00:00:00.

A Agência Aeroespacial Americana (Nasa) informou que pretende impulsionar o retorno dos seres humanos à Lua. Planejada pelos Estados Unidos para 2024, a missão poderia custar cerca de US$ 30 bilhões (R$ 117 bilhões). O valor está perto do custo - ajustado pela inflação - da missão Apolo 11, de 50 anos atrás.

O novo programa lunar foi batizado como Artemis, em homenagem à deusa da caça, das florestas e irmã de Apolo.

"Para todo o programa e para conseguir uma presença humana sustentável na Lua, estamos falando de algo entre US$ 20 bilhões e US$ 30 bilhões", disse o diretor da Nasa, Jim Bridenstine, em entrevista à rede de televisão CNN.

O programa inclui uma missão não tripulada em 2020 com uma cápsula que orbitará a Lua e em 2022 será enviada uma missão tripulada que fará o mesmo. Em 2024, novamente um homem e, pela primeira vez, uma mulher, podem pisar no solo lunar.

O programa Apolo, que os EUA iniciaram em 1961 e concluíram em 1972 com 11 voos tripulados, teve um custo total de US$ 25 bilhões. Levando em conta a inflação, equivaleriam atualmente a cerca de US$ 152,8 bilhões (R$ 616,4 bilhões).

Aquele programa atingiu seu ápice há quase 50 anos, quando dois astronautas pisaram na Lua na missão Apolo 11, que custou US$ 6 bilhões na época, equivalentes a cerca de US$ 30 bilhões hoje em dia, levando em conta a inflação.

O plano inclui a participação de companhias privadas e parceiros internacionais, a construção de uma estação espacial lunar, a aterrissagem de humanos no polo sul da Lua dentro de cinco anos e a formatação do projeto como um teste para uma futura missão a Marte.

As três missões serão levadas ao espaço impulsionadas pelo maior foguete construído até agora, o "Space Launch System", cuja produção é liderada pela Boeing. Na ponta desse foguete será instalada a cápsula Orion.

*Com informações do G1
 

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