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Veterinária alerta sobre cuidados com o pet antes de sair de viagem

Especialista destaca que oferecer conforto térmico ao longo do trajeto faz com que o animal tenha uma viagem mais tranquila

- Por Letícia Morais Última atualização: 05/02/2017 - 11:56:57.

Foto/Reprodução

 

É fundamental identificar o animal com coleiras, que contenham o nome do animal, o do proprietário e o telefone para contato

Aproveitar as férias ou um feriado prolongado viajando é o desejo de muitas pessoas. Para quem gosta, curtir esses dias junto com o pet pode ser muito bacana. A veterinária Patrícia Peralta garante que qualquer cão ou gato está apto a fazer uma viagem, desde que seja liberado pelo médico veterinário, especialmente se for filhote, idoso ou apresentar problemas de saúde.

Para que seja possível desfrutar uma boa viagem, a veterinária afirma que são necessárias algumas orientações básicas em relação ao transporte de cães e gatos. No que tange à viagem de carro, o ideal é que o animal esteja habituado a andar em veículo, mesmo que em passeios curtos, evitando estresse ou ansiedade. “Deve-se evitar que o bichinho de estimação fique solto no carro, utilizando alguns itens para a segurança dele, como a caixa de transporte ou coleiras para cinto de segurança”, explica Patrícia.

A veterinária acrescenta que oferecer conforto térmico ao longo do trajeto faz com que o animal tenha uma viagem mais tranquila. “Durante o trajeto, é necessário realizar paradas a cada duas ou três horas para o animal se hidratar e alimentar, além de caminhar um pouco e fazer suas necessidades fisiológicas”, explica. Já para viagens de avião ou ônibus, a veterinária ressalta que cada empresa faz suas exigências no que diz respeito ao transporte de animais. Portanto, cabe ao proprietário entrar em contato para se informar sobre como transportar o seu bichinho de estimação.

Patrícia indica o uso de produtos florais e fitoterápicos para os animais que não estão acostumados com viagens e ficam nervosos, ansiosos, agitados e estressados. Ela recomenda, ainda, que seja oferecida uma refeição entre três e quatro horas antes da viagem, retirando a água duas horas antes para que o animal não tenha problemas gastrointestinais durante o percurso. “É interessante identificar o animal com coleiras que contenham o nome dele, do proprietário e o telefone para contato, mesmo aqueles que possuem chip”, completa a especialista.

 

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