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Vacina contra o HPV também será aplicada em meninos no próximo ano

A partir de janeiro, haverá modificações para as vacinas contra o HPV e Meningocócica C que envolvem os pré-adolescentes

Última atualização: 30/10/2016 - 13:14:23.

Foto/Reprodução


A partir de janeiro, haverá modificações para as vacinas contra o HPV e Meningocócica C que envolvem os pré-adolescentes

A Secretaria Municipal de Saúde recebeu nesta semana a Nota Informativa do Ministério da Saúde referente às mudanças no calendário nacional de vacinação para 2017. “A partir de janeiro, teremos modificações para as vacinas contra o HPV e Meningocócica C que envolvem os pré-adolescentes, portanto, os pais ou responsáveis devem ficar atentos”, explica o diretor de Vigilância Epidemiológica, Robert Boaventura de Souza.

Em 2017, os meninos de 12 e 13 anos também terão acesso à vacina HPV para a prevenção dos cânceres de pênis e verrugas genitais. Segundo informações do Ministério da Saúde, por serem responsáveis pela transmissão do vírus para suas parceiras, os homens que receberem a vacina vão colaborar com a redução da incidência do câncer de colo de útero e vulva nas mulheres. De acordo com o diretor, a imunização será feita neste público respeitando o intervalo de seis meses entre a primeira e segunda dose.

Além disso, a vacina contra o HPV será estendida para o público feminino, estando disponível para as meninas de 9 a 14 anos a partir de janeiro (hoje é aplicada até os 13 anos). “Também neste caso é preciso respeitar o intervalo de seis meses entre as doses, ou seja, as adolescentes de 14 anos poderão iniciar o esquema vacinal desde que terminem a imunização antes de completarem 15 anos”, reforça Boaventura.

Outra mudança no calendário nacional de vacinação é em relação à vacina Meningocócica C, que previne a meningite. Em 2017, ela também estará disponível em dose única para os pré-adolescentes de 12 e 13 anos. “Antes, a vacina era aplicada aos três meses, cinco meses e um ano de idade, e agora também aos 12 ou 13 anos”, destaca Boaventura, reforçando que a mudança só acontecerá a partir de janeiro, quando as doses estarão disponíveis nas unidades de Saúde para esse novo público.

 

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