Jorginho foi demitido ainda na madrugada de quinta-feira, após a derrota
Atuações abaixo da média, muitas mudanças na equipe titular, substituições que não surtiram efeito e o pior início de Brasileirão do Flamengo desde 2001. Como se não bastasse isso tudo, a falta de identidade para equipe mesmo após longo período de treinos, com dois jogos em 38 dias após a eliminação do Carioca. A soma dos fatores citados foi suficiente para que a diretoria demitisse Jorginho após a derrota por 1 a 0 para o Náutico, em Florianópolis. Ainda com uniforme de jogo, o treinador foi chamado por Wallim Vasconcelos, vice de futebol, e Paulo Pelaipe, diretor executivo, para ser comunicado da decisão. Aílton Ferraz, auxiliar técnico, sai junto, enquanto o preparador físico Joélton Urtiga permanece. Na madrugada de ontem, vândalos picharam o muro da Gávea. Um dos principais alvos era justamente Jorginho. O presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, o diretor executivo de futebol, Paulo Pelaipe, e o meia Carlos Eduardo, contratado como grande reforço para 2013, também não foram poupados.
Na ausência de Jorginho, quem comandou o treinamento da tarde de ontem, no CT do Figueirense, foi o auxiliar técnico Jayme Almeida. O ex-zagueiro do clube será o responsável por dirigir o time também na partida contra o Criciúma, amanhã, às 16h20, no Heriberto Hulse, pela quinta rodada do Brasileirão, a última antes da paralisação para Copa das Confederações.