SENTINELA

Confrontos no Rio reabrem debate sobre violência, segurança pública e papel do Estado

Carlos Paiva
Carlos Paiva
Publicado em 30/10/2025 às 20:55Atualizado em 31/10/2025 às 19:20
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Quem são as verdadeiras vítimas
O que aconteceu nos morros do Rio de Janeiro não foi uma chacina, foi o Estado tentando retomar o território que o crime tomou há muito tempo. É duro, é violento, mas é a realidade de um país onde o tráfico manda mais do que a lei. As imagens chocam e os discursos inflamam, sempre apontando o dedo para a polícia. Falam em “chacina” e “abuso”, mas se esquecem das verdadeiras vítimas: os policiais que morreram em serviço, lutando pela liberdade justamente daqueles que agora os criticam. Eles tombaram defendendo o direito de cada cidadão viver em paz. São heróis anônimos, sem manchete, sem documentário e com famílias que choram em silêncio. Enquanto isso, o discurso político beira o absurdo. O próprio presidente chegou a dizer que o traficante é “vítima do usuário”, e há políticos pedindo um minuto de silêncio por quem viveu no crime e morreu atacando o Estado. É o retrato de um país que inverte valores e tenta transformar o criminoso em inocente e o policial em vilão. O Rio é apenas o espelho do Brasil: um país que perdeu o rumo e precisa decidir de que lado está. Porque quem levanta uma arma contra o Estado escolhe o lado errado, e quem morre fardado, defendendo a sociedade, paga o preço mais alto dessa guerra.

Abuso sexual
Autônoma de 28 anos denunciou suspeita de estupro de vulnerável contra a filha de 6 anos após uma festa na casa da avó paterna, em Uberaba. A criança foi encontrada despida ao lado de um primo de 10 anos. Exames médicos descartaram lesões físicas, mas confirmaram abalo psicológico.

Delegacia de Proteção...
A menina de 6 anos foi levada ao Hospital da Mulher (HC da UFTM) depois que a mãe a encontrou em situação de vulnerabilidade com o primo, de 10 anos. O fato, ocorrido em 25 de outubro, foi registrado na polícia quatro dias depois. A Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente investiga o caso.

Abalo emocional 
A casa da avó paterna foi o cenário da denúncia de possível estupro de vulnerável envolvendo a neta de 6 anos e o primo, de 10. A menina apresenta abalo emocional, mas não há sinais de agressão física, conforme avaliação médica e social. O caso corre sob sigilo.

Golpe do mutirão...
Aposentado, de 69 anos, morador do bairro Pacaembu, quase caiu em um golpe ao receber duas mulheres que diziam ser assistentes sociais da Prefeitura. Elas tiraram fotos de seus documentos, alegando que seriam para um mutirão de exames médicos.

Estelionato 
Desconfiado, o idoso procurou a Secretaria Municipal de Saúde e descobriu que nenhuma ação desse tipo estava em andamento. O caso foi registrado como tentativa de estelionato, sem prejuízo financeiro.

Socorro na rodovia
Homem de 41 anos foi encontrado inconsciente à margem da rodovia Chico Xavier (BR-050), em Uberaba. Segundo o Corpo de Bombeiros, ele havia consumido grande quantidade de álcool e entorpecentes. A vítima foi levada à UPA São Benedito para atendimento médico.

Cartão clonado
A diretora de uma escola municipal de Uberaba denunciou o uso indevido do cartão do programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE). Um cartão falso, com os mesmos dados do oficial, foi utilizado em compras no Paraná. O caso foi comunicado ao Banco do Brasil e será investigado pela Polícia Civil.

Crime de extorsão 
Homem de 33 anos denunciou ter sido vítima de extorsão após ser chantageado por duas mulheres, de 40 anos. Uma delas se passou por advogada e exigiu R$70 mil para evitar um falso processo por abuso sexual. O homem negou o crime e pediu providências à Polícia Civil.

Ofensas na rua
Mulher de 32 anos foi alvo de ofensas transfóbicas e injúria racial em frente a uma escola na rua Marechal Deodoro, em Uberaba. A agressora, mãe de um aluno, debochou da vítima e a chamou de “vergonha para a sociedade”. Tudo foi filmado e testemunhas confirmaram as palavras ditas pela autora.

A investigar...
O vídeo das agressões circulou entre funcionários da escola, que disseram conhecer a autora, ainda não identificada formalmente. A vítima entregou as imagens à polícia e o caso foi registrado como injúria racial e transfobia. O registro policial foi encaminhado à Polícia Civil.

Briga no trânsito
Discussão acalorada entre dois motoristas, de 43 e 32 anos, na rua Benedita Teófilo Otoni, terminou em confusão e Boletim de Ocorrência. Um acusou o outro de ameaça com arma, mas as câmeras não mostraram nada. No fim, um foi autuado por falsa denúncia e o outro, por direção perigosa.

Vídeo viral
A briga de um ex-casal em Uberaba foi parar nas redes sociais e agora na delegacia. A mulher postou vídeo chorando e dizendo que o pai “não se importava com a filha”, mas ele mostrou mensagens que provam o contrário. A publicação teve grande repercussão entre amigos dos dois.

Golpe do prêmio
Idosa, de 70 anos, caiu em um golpe após receber chamada de vídeo de um falso representante do programa “Viva Sorte”. O golpista convenceu a vítima a transferir R$1.100 via Pix para “testar” a conta do suposto prêmio. Depois, ainda pediu novo depósito, o que levantou suspeita.

Fique atento!
O caso foi registrado e será investigado. Nenhum sorteio ou premiação legítima exige pagamento antecipado. A recomendação é desconfiar de qualquer pedido de dinheiro antes do recebimento do prêmio e procurar uma das polícias imediatamente.

Ameaça e difamação
Construtor, de 33 anos, denunciou à polícia ter sido ameaçado e difamado pelo ex-marido de uma mulher com quem manteve um breve relacionamento. O autor teria dito: “Isso não vai ficar assim” e, desde então, passou a espalhar calúnias e mensagens.

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