FALANDO SÉRIO

Assaltantes da Rodoban são condenados a mais de 158 anos de cadeia

Wellington Cardoso
Publicado em 06/10/2018 às 07:14Atualizado em 17/12/2022 às 14:12
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 Sem precedentes

Penas nunca antes vistas em Uberaba foram aplicadas a três acusados do assalto à Rodoban e da noite de terror vivida por Uberaba em novembro do ano passado.

Mão pesada

Eles pegaram 158 anos de prisão em sentença do juiz Fabiano Veronez, da 2ª Vara Criminal, menos de um ano depois do episódio.

Os condenados

Agnaldo Francisco da Silva Pereira (58 anos e cinco meses), Anderson Manoel de Souza (52 anos e sete meses) e Camila Pereira da Silva (47 anos e quatro meses) são os condenados.

Fortuna

Segundo consta do processo, da explodida sede da Rodoban, naquela noite tenebrosa foram levados R$45 milhões.

Absolvido

O acusado foragido Raimundo Aparecido dos Santos, defendido pelo advogado uberabense Pedro Henrique Leopoldino de Oliveira, foi absolvido.

Mandado

Juiz determinou, inclusive, o recolhimento do mandado de prisão expedido contra ele, e o MP não recorreu da absolvição.

Apelação

Agnaldo, Anderson e Camila estão recorrendo, mas presos, como sentenciou o magistrado.

A queda

O trio, que morava e levava vida luxuosa em Caldas Novas, está preso desde novembro do ano passado, quando foram entrevistados pelo delegado Heli Grilo e coronel Peres.

Longe das urnas

Os mais de 1,4 mil presos recolhidos à penitenciária não votarão no domingo. Não haverá urna no complexo.

Veja só

Modelo Núbia Oliver gravou mensagem de vídeo pedindo voto para o delegado Heli Grilo.

Fenômenos

O Brasil tem dois fenômenos políticos: Lula e Jair Bolsonaro.

Mesmo preso

O petista consegue influenciar o processo eleitoral mesmo estando preso, condenado a 12 anos por corrupção e lavagem de dinheiro.

Bênção

Sua importância na campanha do PT é tamanha que esta semana, mais uma vez, Fernando Haddad foi visitá-lo na carceragem da Polícia Federal.

Sem estrutura

O capitão Bolsonaro, por sua vez, consegue liderar as pesquisas de opinião mesmo sem tempo de TV, cabos eleitorais pagos, partido e “velhos caciques” do lado.

Frota

Prefeitura colocou sua frota de veículos à disposição da Justiça Eleitoral para o domingo de eleição.

Dor de cabeça

Amanhã, depois das 17h, estará apenas começando a dor de cabeça para muitos candidatos em Uberaba.

De olho

O Ministério Público está de olho nos recursos do Fundo Partidário, nas prestações de conta e nos votos que cada um conseguir. E fará um cruzamento de informações.

Descoberta

Alguns desses candidatos podem descobrir que a aventura não valeu a pena e que a campanha não serviu sequer para fazer trampolim para a Câmara de Vereadores em 2020.

Socorro!

Câmera externa de loja flagrou jovem fazendo sexo oral no namorado em plena rua Manoel Borges.

Conquistas

No apagar das luzes da campanha, Aelton Freitas divulga informativo mostrando suas realizações para Uberaba, sendo o maior feito a criação da UFTM.

Milhões

Na lista figuram R$100 milhões para obras como a travessia urbana.

Condenação

Acusado de adulterar caminhão, Jean Gonçalves dos Reis foi condenado a três anos de reclusão.

Substituição

Pena foi substituída por prestação de serviços, mas o acusado está recorrendo ao Tribunal de Justiça, alegando falta de provas suficientes do delito.

Explicação

Jean disse em sua defesa que tinha dois caminhões e, com o defeito de um, transferiu o seu motor para o outro.

Auxiliar

Regulamentação dos serviços pelo Detran terá reflexos no valor do transporte escolar. Portaria exige a presença de auxiliar do motorista no veículo.

O preço

O roubo de um celular vai custar cinco anos e quatro meses de prisão para Sebastião Gonçalves da Silva Neto e Michael Douglas Jacinto Damas.

Sentença

A sentença da qual os condenados estão recorrendo em busca de absolvição é do juiz Ricardo Motta. O promotor Laércio Conceição quer manter os seus termos.

Pode?

No processo de condenação de acusados do roubo à Rodoban, advogados de defesa chegaram a dizer que provas contra eles foram obtidas mediante tortura.

Sem confissão

Juiz Fabiano Veronez desacreditou o argumento, lembrando que eles sequer confessaram o crime à polícia.

Organização

Ação narra que a organização criminosa havia agido também em Araçatuba, Ribeirão Preto, Campinas, Santos, Barreiras (BA), Marabá e Recife.

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