Serão entregues em 2014 oito obras de escolas municipais, sendo que uma está sendo construída e o restante é reforma
Reforma, ampliação e construção de novas unidades escolares no município estarão prontas somente no ano que vem. Assim que assumiu a Secretaria de Educação, Silvana Elias recebeu diversas demandas de escolas e Centros de Educação Infantil reivindicando melhorias urgentes. Em alguns casos foi preciso interditar parte da instituição diante dos riscos oferecidos aos alunos. Várias obras começaram este ano e a maioria será entregue em 2014, inclusive seis novos Cemeis.
De acordo com Silvana, além dos centros infantis, também fica pronto para o ano que vem a Casa do Professor, que será no prédio onde funcionava a Fundação Cultural, perto do Sindicato Rural, na Univerdecidade. A escola que está sendo construída no Jardim Copacabana também será entregue em 2014, assim como a reforma da Escola Municipal José Maciotti – provavelmente essa escola já estará pronta no início do ano -, da Escola Municipal Professora Geni Chaves - nesta instituição a reforma é grande, com investimento em torno de R$1,5 milhão - e ainda na Escola Municipal Boa Vista.
Já na zona rural, a secretaria pretende concluir e entregar em 2014 a reforma da Escola Municipal Frederico Peiró, em Peirópolis, da Escola Vicente Alves Trindade, em Santa Rosa (investimento de R$200 mil), e Escola Maria Carolina (próximo ao Calcário).
Portanto, serão entregues em 2014 oito obras de escolas municipais, sendo que uma está sendo construída e o restante é reforma, e ainda seis Cemeis. “Faremos também a cobertura de seis quadras, uma na escola da comunidade rural da Capelinha do Barreiro, no Residencial 2000, e também da escola do Jardim Copacabana, que no projeto não estava prevista a cobertura da quadra. Quanto aos recursos, esse ano já gastamos R$5 milhões, temos R$7 milhões reservados para acabar as obras e vamos investir no ano que vem mais R$6 milhões em reformas, temos uma lista com 40 diagnósticos de investimento que precisam ser realizados”, afirma.
Sendo assim, o objetivo da Secretaria de Educação é acabar com as salas anexas, mesmo que para isso seja preciso ampliar ou construir um novo prédio onde há terreno. “Encontramos as estruturas das escolas em situações complexas, temos 40 diagnósticos e está difícil escolher qual iremos atender primeiro. Em busca de recursos, embarco para Brasília, com uma agenda no Ministério da Educação, provavelmente neste mês de outubro, pois apenas com verbas municipais isso não é possível”, finaliza.