O imperador Alexandre, o Grande, pediu para ser enterrado com as mãos e pés para fora do caixão, a fim de mostrar que não trouxe nada para este mundo e também não levará. Mas, assim sendo, eis um furo de reportagem com o nobre jornalista Alexandre Rezende, como costumo tratá-lo. Passado da ducentésima entrevista em seu programa “VIPCAST-PB”, ele me fez lembrar um ponto estratégico para o comércio da capital pessoense nos anos 80/90. Quem não se lembra da famosa Esquina 200?
Se existe ainda hoje esse pioneiro minishopping a céu aberto? Não sei dizer. Sei apenas que tenho uma amiga que à época tinha uma loja na esquina 200. Se ainda tem... Os comércios mudam. Como nos versos de Fernando Pessoa, no poema Menino Jesus: “Ele tem pena de ouvir falar das guerras e dos comércios e ri dos reis e dos que não são reis”.
Por fim, a minha amiga da loja da Esquina 200, meu amigo do programa “VIPCAST-PB” de número 200, nós todos, não levaremos nada, somente o que deixarmos nos corações dos outros. Nisso sim vocês são mais ricos do que pensam, do que os outros acham. São carregadas nos braços como Very Important Person.